sexta-feira, 28 de junho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
A atriz hollywoodiana Cameron Diaz é uma famosa que convive com a psoríase.
A atriz hollywoodiana Cameron Diaz é uma famosa que convive com a psoríase.
Desta vez é “incontestável”: quem sofre de psoríase tem 2x mais chance de ter diabetes tipo 2. Entenda o motivo por trás disto neste post!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
sintomas da psoríase
Roupa e acessórios mais leves atenuam os sintomas da psoríase
O Verão representa, erradamente, um problema para muitos doentes com psoríase, altura em que o vestuário é mais reduzido e a exposição do corpo é maior. Mas o sol é um aliado no alívio dos sintomas da doença. Uma exposição solar moderada ajuda a pele a cicatrizar, reduz a inflamação e desacelera a produção de células cutâneas, que originam a descamação da pele.
«A aplicação de protetor solar é obrigatória a quem frequente a praia ou piscinas, assim como evitar as horas de maior calor, mas os cuidados com o vestuário são igualmente importantes para a proteção da pele», alerta Paulo Ferreira, médico dermatologista.
No Verão, altura em que se opta por peças de vestuário mais leves, é necessário ter atenção à escolha dos tecidos, para que não provoquem a irritação da pele. A roupa demasiado apertada tende a agravar os sintomas da doença e a provocar o aumento das lesões, assim como os tecidos compostos por fibras sintéticas. Os doentes devem optar sempre por fibras naturais como o algodão. O mesmo se aplica à roupa interior, que deve ser sempre confortável e livre de elásticos.
A lavagem da roupa também é importante. As peças devem ser lavadas com detergentes suaves e que não contenham perfume.
Os sapatos e as sandálias devem ser abertos e largos, feitos de materiais naturais, como o couro, que absorve a umidade e permite a respiração da pele. «O uso de palmilhas de espuma, cortiça ou de gel também é aconselhável, porque permitem aliviar a pressão da pele», acrescenta o dermatologista.
Proibido aos doentes de psoríase estão o uso de esponjas ou de outros utensílios para esfregar a pele, assim como a fricção da toalha na pele.
As meias e os collants devem ser trocados por saias e calções. O ideal é aproveitar os meses de Verão para a pele respirar livremente e emendar os erros cometidos durante o Inverno. Um chapéu e uns óculos escuros são bons aliados.
A psoríase é uma doença auto-imune que se manifesta no nosso maior órgão – a pele, não sendo contagiosa é crônica e pode surgir em qualquer idade. O seu aspecto, extensão, evolução e gravidade são variáveis, caracterizando-se pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, que afetam sobretudo os cotovelos, joelhos, região lombar, couro cabeludo e unhas. Cerca de 10 por cento dos doentes acabam por desenvolver artrite psoriática. Em Portugal esta doença afeta mais de 250 mil pessoas e cerca de 125 milhões em todo o mundo.
terça-feira, 25 de junho de 2013
A vitamina do Sol ajuda melhorar o quadro da Psoríase
Como é comum acontecer na história da Ciência, houve alguém que, por curiosidade, se interessou pelo problema de crianças que viviam em regiões com climas pouco ensolarados e acabavam desenvolvendo sinais e sintomas de raquitismo, como pernas tortas e muita fragilidade óssea. Os pesquisadores americanos Elmer McCollum e Marguerite Davis, em 1913, perceberam que, curiosamente, as pessoas mais pobres daquelas localidades sombrias eram as que não desenvolviam a doença. Pesquisando melhor a situação, descobriram que, por pertencerem às classes mais baixas, essas crianças e suas famílias acabavam se alimetando das partes dos peixes pescados que ninguém mais queria, ou seja: o fígado. Pronto! Estava descoberto o poder preventivo e curativo do famoso óleo de fígado de bacalhau, do qual se extraiu, muito tempo depois, a vitamina que se tornaria conhecida como Vitamina D: um grande remédio no combate ao raquitismo e um poderoso calcificante.
Naquela época, os pesquisadores notaram que, com essa dieta e a exposição ao Sol, diminuía a incidência do raquitismo em crianças. Apesar do nome “vitamina”, a vitamina D vem sendo considerada um hormônio, que pode ser encontrado sob duas formas: vitamina D2 de origem vegetal, e vitamina D3 produzida na pele, que depois de produzida é metabolizada no fígado e nos rins passa a funcionar em sua forma ativa.
Com o passar dos anos, a ciência descobriu que a principal fonte da vitamina D é a pele humana, através da ação do sol e não apenas o consumo dos alimentos com vitamina D. Assim, se não houver exposição solar de, pelo menos 15 minutos diários, sem o uso do protetor solar, nos horários considerados adequados, a vitamina D não é produzida e a quantidade que ingerimos na alimentação não chega a ser suficiente para produzir os diversos efeitos esperados. Por esse motivo a vitamina D é chamada de vitamina do sol!
São inúmeros os benefícios que a vitamina D pode oferecer ao nosso corpo, dos pés a cabeça.
No cérebro, ela atua na renovação dos neurônios, auxiliando pessoas com Parkinson e outras doenças degenerativas. Na pele, a vitamina D tem mostrado que pessoas com psoríase e vitiligo tiveram melhora clinica após a sua reposição. No coração, ela participa do fundamental controle das contrações do músculo cardíaco. Nos rins, ela inibe a ação de um hormônio que eleva a pressão. Diante do diabetes, ela estimula a produção de insulina. Além do mais, a vitamina D fortalece todo o sistema imunológico, ajudando a prevenir doenças tais como gripe, pneumonia e tuberculose. E, finalmente, quanto ao tão temido câncer, ela ajuda a prevenir alguns tipos e também esta envolvida na morte das células defeituosas.
Os alimentos que são considerados fontes de vitamina D são: peixes (sardinha, salmão, arenque); ostras; óleo de fígado de bacalhau; fígado; ovos; leite e seus derivados; e cereais. Muitas vezes, por não possuirmos abundância de fontes alimentares naturais ou fortificadas de vitamina D, pode ser necessária a suplementação farmacológica deste alimento, principalmente em bebês e quando não há a adequada exposição à luz solar.
A falta de vitamina D pode causar raquitismo, osteoporose nos adultos, insônia, nervosismo excessivo, diarreia, cáries dentarias, problemas na gengiva e na pele. Por outro lado, o seu excesso também pode prejudicar o organismo causando calcificação óssea excessiva, cálculos renais, calcificação metastática de partes moles (rins e pulmões), cefaleia, fraqueza, vômitos e constipação. Outra novidade que esta relacionada com a vitamina D, é que ela pode ajudar a emagrecer e a controlar o diabetes, tornando-se uma grande aliada do coração.
Comprovadamente, a vitamina D influencia as principais funções biológicas vitais para a saúde e o bem-estar, por isso é necessário que ela não seja mais ignorada pela indústria terapêutica, nem pelo ser humano que se esforça para alcançar e manter a melhor qualidade de vida possível. Com tantas qualidades, nos dias atuais, a vitamina D tornou-se a mais nova queridinha dos médicos e o sol, seu maior aliado.
Naquela época, os pesquisadores notaram que, com essa dieta e a exposição ao Sol, diminuía a incidência do raquitismo em crianças. Apesar do nome “vitamina”, a vitamina D vem sendo considerada um hormônio, que pode ser encontrado sob duas formas: vitamina D2 de origem vegetal, e vitamina D3 produzida na pele, que depois de produzida é metabolizada no fígado e nos rins passa a funcionar em sua forma ativa.
Com o passar dos anos, a ciência descobriu que a principal fonte da vitamina D é a pele humana, através da ação do sol e não apenas o consumo dos alimentos com vitamina D. Assim, se não houver exposição solar de, pelo menos 15 minutos diários, sem o uso do protetor solar, nos horários considerados adequados, a vitamina D não é produzida e a quantidade que ingerimos na alimentação não chega a ser suficiente para produzir os diversos efeitos esperados. Por esse motivo a vitamina D é chamada de vitamina do sol!
São inúmeros os benefícios que a vitamina D pode oferecer ao nosso corpo, dos pés a cabeça.
No cérebro, ela atua na renovação dos neurônios, auxiliando pessoas com Parkinson e outras doenças degenerativas. Na pele, a vitamina D tem mostrado que pessoas com psoríase e vitiligo tiveram melhora clinica após a sua reposição. No coração, ela participa do fundamental controle das contrações do músculo cardíaco. Nos rins, ela inibe a ação de um hormônio que eleva a pressão. Diante do diabetes, ela estimula a produção de insulina. Além do mais, a vitamina D fortalece todo o sistema imunológico, ajudando a prevenir doenças tais como gripe, pneumonia e tuberculose. E, finalmente, quanto ao tão temido câncer, ela ajuda a prevenir alguns tipos e também esta envolvida na morte das células defeituosas.
Os alimentos que são considerados fontes de vitamina D são: peixes (sardinha, salmão, arenque); ostras; óleo de fígado de bacalhau; fígado; ovos; leite e seus derivados; e cereais. Muitas vezes, por não possuirmos abundância de fontes alimentares naturais ou fortificadas de vitamina D, pode ser necessária a suplementação farmacológica deste alimento, principalmente em bebês e quando não há a adequada exposição à luz solar.
A falta de vitamina D pode causar raquitismo, osteoporose nos adultos, insônia, nervosismo excessivo, diarreia, cáries dentarias, problemas na gengiva e na pele. Por outro lado, o seu excesso também pode prejudicar o organismo causando calcificação óssea excessiva, cálculos renais, calcificação metastática de partes moles (rins e pulmões), cefaleia, fraqueza, vômitos e constipação. Outra novidade que esta relacionada com a vitamina D, é que ela pode ajudar a emagrecer e a controlar o diabetes, tornando-se uma grande aliada do coração.
Comprovadamente, a vitamina D influencia as principais funções biológicas vitais para a saúde e o bem-estar, por isso é necessário que ela não seja mais ignorada pela indústria terapêutica, nem pelo ser humano que se esforça para alcançar e manter a melhor qualidade de vida possível. Com tantas qualidades, nos dias atuais, a vitamina D tornou-se a mais nova queridinha dos médicos e o sol, seu maior aliado.
Psoríase
Psoríase (do grego psora "coceira" + -sis "ação, condição") é uma doença inflamatória crônica da pele, podendo afetar mucosas, unhas e até articulações. Cerca de 2-3% da população tem psoríase, que acomete homens e mulheres de qualquer idade, sendo frequente o seu aparecimento na terceira década de vida. É caracterizada pela presença de lesões avermelhadas, bem delimitadas, descamativas,em qualquer parte do corpo. Apresenta período de melhora e piora ao longo da sua evolução. A psoríase pode levar a uma piora na qualidade de vida dos pacientes, devido ao preconceito das pessoas que os cercam.
É agravada por fatores psicológicos, estresse, frio, baixa umidade, ingestão de álcool e tabaco e corticosteroides. Não é contagiosa, sua causa mais frequente é genética associada a fatores psicológicos. A escolha do tratamento deve ser feita considerando-se a gravidade e a extensão do quadro clínico e do comprometimento psicoemocional.1 Atinge 2% a 3% da população mundial sendo mais frequente em pessoas brancas (cerca de 80% dos casos) com vulnerabilidade genética.2
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