quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Saiba quais são as melhores maneiras de controlar a psoríase

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Algo que podemos verificar com uma determinada facilidade, é o fato de que infelizmente há uma grande quantidade de pessoas que podem possuir a doença chamada psoríase, sendo que na realidade, ela não oferece grandes riscos para a saúde nem do paciente, e nem para as pessoas do seu convívio, visto que não se trata de uma doença causa por bactéria ou até mesmo vírus, mas sim de uma doença relacionada a pré disposição genética da pessoa, fazendo com que desta forma, esta acabe por apresentar sintomas como por exemplo vermelhidão na pele, assim como também coceira e até mesmo a descamação, fazendo com que os “prejuízos” possam ser considerados mais estéticos do que de outra forma.
No entanto, infelizmente, não há uma cura especifica para esta doença, afinal, como já citado anteriormente, se trata de uma doença de pré disposição genética, fazendo com que desta forma, se tenha apenas a possibilidade de se controlar o surgimento dos sintomas, e se este é o seu caso, vejamos agora mesmo como deverá fazer para controla-los.

Como controlar

O que acontece, é que geralmente a psoríase acaba por se manifestar por questões psicológicas, como por exemplo alto nível de estresse, assim como também problemas com ansiedade e até mesmo a depressão, fazendo com que a partir do momento em que estes sentimentos acabam por ser desenvolvidos por uma pessoa, esta já se torna mais suscetível ao surgimento dos sintomas da psoríase, sendo assim, o ideal realmente é controlar as emoções, no entanto, no caso de não se conseguir fazer isto sozinho, é possível que a indicação de uma terapia seja realizada, assim como também não podemos nos esquecer dos casos que podem ser considerados como mais graves, que acabam por ter a necessidade de um profissional da área dermatológica para lhe oferecer algum tipo de loção ou até mesmo medicamento para que se consiga amenizar as coceiras, assim como também a vermelhidão da pele, para que desta forma, o impacto estético não seja tão grande, fazendo com que assim não se afete também a questão psicológica, porém, medicamentos para que os sintomas desapareçam, ainda não foram apresentados.

O primordial para manter a doença bastante controlada é manter a pele super hidratada o melhor produto na atualidade para tal função é o Hidratante Glukderm . 

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Nutrição na Psoríase

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A psoríase é uma doença multifatorial, que afeta pessoas com predisposição genética, podendo também estar associada a fatores imunológicos e ambientais, como queimaduras graves, traumatismo físico, estresse emocional, infecções ou ainda uso contínuo de alguns fármacos (lítio, β-bloqueadores e alguns anti-inflamatórios não esteroidais). Isso se explica pelo fato de que uma lesão ou agressão ocasionada na pele poderia desencadear uma liberação anormal de proteínas envolvidas no processo inflamatório, conhecidas como citocinas. Estas citocinas, por sua vez, ativariam as células de defesa, os linfócitos T (CD4), o que provocariam liberação de outras citocinas pró-inflamatórias, aumentado as lesões e ainda gerando um estado inflamatório crônico.

      A psoríase se caracteriza pelo crescimento acelerado de células localizadas na epiderme, chamadas de queratinócitos, sendo seu ciclo natural de duração de 28 dias encurtado para 4 dias (considerando-se desde a fase de maturação até a divisão celular). Esta hiperproliferação ocasiona acúmulo celular sob a superfície da derme, formando placas esbranquiçadas e lesão cutânea.

         Estudos epidemiológicos demonstram que a psoríase acomete 2% a 3% da população mundial. Esta patologia pode se iniciar em qualquer idade, porém estudos indicam que sua maior prevalência ocorre entre 20-30, e entre 50-60 anos.


Tratamento Nutricional
   A alimentação pode influenciar a psoríase de duas maneiras – como causa das desordens metabólicas ou como tratamento e prevenção. Deste modo, o cuidado nutricional, juntamente com o controle das variáveis bioquímicas e antropométricas garantem maior estabilidade clínica a esses indivíduos, prevenindo as doenças crônicas não transmissíveis comumente associadas à doença e proporcionando maior longevidade com qualidade.


   Não há nenhuma diretriz nacional ou internacional que estabeleça uma alimentação adequada a estes pacientes. Alguns autores sugerem que diversos compostos ativos da nossa alimentação desempenham papéis importantes na fisiopatogenia da psoríase com a mesma magnitude que o controle do aporte energético da dieta e o consumo de gorduras totais e saturadas contribuem para o controle das DCNT. Dentre esses nutrientes, citam-se algumas vitaminas e minerais (vitamina A, E, C e D, ácido fólico), ácidos graxos poliinsaturados (ômega-3), além de dietas com baixa densidade calórica, além da vegetariana.

            Dietas de baixa densidade calórica, portanto, são consideradas como importante fator no auxílio na prevenção e manutenção de peso. Consequentemente, a redução do peso corporal diminui os marcadores pró-inflamatórios como as citocinas, melhorando o perfil lipídico, a resistência e a sensibilidade à insulina e o risco de doenças associadas.

             Sabe-se que os ácidos graxos poliinsaturados atuam beneficamente em diferentes doenças como hipertensão arterial, diabetes mellitus, doenças inflamatórias e autoimunes. Dessa forma, estimula-se o consume de peixes ricos em ômega-3 (salmão, tainha, sardinha), na tentativa de se atenuar o efeito inflamatório causado pela própria doença. Porém, o efeito da suplementação de ácido graxo poliinsaturado aplicada à psoríase ainda é questionável.



 Estudos com pacientes com artrite reumatoide, psoríase e lúpus eritematoso sistêmico demonstraram que esses indivíduos têm uma forte tendência a desenvolver deficiência de vitamina B12, ácido fólico, vitamina B6 e ferro, possivelmente, como consequência de deficiências nutricionais e má absorção ocasionada pelos mecanismos autoimunes da própria doença e da presença de marcadores inflamatórios. Além disso, indivíduos com psoríase poderiam apresentar um desequilíbrio nas concentrações de selênio, magnésio, potássio, betacaroteno e alfatocoferol.

Quadro 1. Sugestão de Terapia Nutricional.

Orientações nutricionais
Sugestões/Observações
1- Realizar dieta hipocalórica
Dieta de 800-1200kcal/dia
2- Ajustar a proporção entre os macronutrientes (carboidrato, proteína e lipídios)
60-70% de carboidrato
20-35% de lipídios
10-15% de proteína
3- Controlar consumo de carboidrato de alto índice glicêmico
Controlar consumo de alimentos como açúcar e farinha refinados.
4- Dar preferência ao consumo de carboidrato de baixo índice glicêmico
Aumentar consumo de alimentos integrais como pão integral, massa integral ou à base de ovo, arroz integral ou parboilizado, milho, aveia e cereais integrais.
5- Controlar consumo excessivo de colesterol e gordura saturada
Evitar alimentos gordurosos, fritura, carnes gordurosas e embutidos.
6- Aumentar consumo de ácidos graxos poliinsaturados
Aumentar o consumo de peixes (atum, salmão, sardinha), azeite extra-virgem, óleo de canola e soja. Dependendo do caso, a suplementação de ômega-3 também poderá ser empregada.
7- Aumentar ingestão de fibras alimentares
Aumentar consumo de frutas, verduras e hortaliças.
8- Aumentar ingestão de vitaminas (vitamina A, C, E, do complexo B, flavonoides e ácido fólico)
Aumentar consumo de alimentos fonte:

● Vitamina A – Bife de fígado cozido, cenoura, batata-doce assada, espinafre, couve cozida, atum;
● Vitamina C – Acerola, kiwi, goiabada, brócolis, espinafre;
● Vitamina E – Óleo de gérmen de trigo, óleo de girassol, molho de tomate, manga, mamão papaia;
● Vitaminas do complexo B – salmão cozido, frango cozido, banana, castanhas, abacate;
● Flavonoides – Uva, amora, framboesa, frutas cítricas, brócolis;
● Ácido fólico – Bife de fígado, lentilha, feijão-preto cozido, beterraba cozida, brócolis cozido.
9- Aumentar a ingestão de minerais (selênio, potássio, magnésio)
Aumentar consumo de alimentos fonte:

● Selênio – Peixe, carne bovina, frango, leite e queijos, castanha-do-Brasil, cogumelo;
● Potássio – Feijão preto, lentilha, leite em pó, paio, lagosta crua;
● Magnésio – Abacate, banana, folha de beterraba, aveia, semente de abóbora.
10- Evitar consumo de bebidas alcoólicas
Substituir cerveja com álcool por cerveja sem álcool. E substituir vinho por suco de uva.

As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.

Da pele ao coração

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Estudo aponta que a psoríase, doença que causa escamação na pele com placas avermelhadas pode ser um alerta para doenças cardiovasculares. Você sabia que a psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele, que provoca lesões aparentes no corpo e que não é uma doença contagiosa.
Geralmente associada à artrite psoriática e as doenças inflamatórias do intestino, a psoríase aparece também relacionada a casos de infarto e AVC (acidente vascular cerebral). A explicação se dá porque o processo inflamatório facilita o acumulo de colesterol na parede dos vasos, o que acelera o risco de placas e entupimentos.
De acordo com o estudo apresentado durante a reunião da Sociedade Europeia de Cardiologia, realizada em Amsterdam, na Holanda no final do ano passado, pessoas com psoríase são mais propensas a desenvolver insuficiência cardíaca e o risco aumenta à medida que a doença se agrava. O levantamento avaliou a população da Dinamarca que já desenvolveu a psoríase.
Algumas pesquisas preliminares apontam para a relação entre a psoríase e as doenças cardiovasculares afirmando que pacientes com a doença têm risco até duas vezes e meia maior de desenvolver doenças do coração e das artérias que os demais.
Os Cientistas acreditam, ainda, que o isolamento social decorrente da doença ajuda a explicar por que os índices de hipertensão, diabetes, sobrepeso e obesidade são maiores entre os psoriáticos do que entre os demais. A associação é feita pela observada redução da atividade física e dos cuidados com a saúde, o que também pode agravar as doenças do coração.
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Conheça as causas e consequências da psoríase

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Muitas vezes confundida com micoses ou alergias, a psoríase causa lesões avermelhadas e descamativas na pele. É crônica, inflamatória e autoimune, podendo afetar também as articulações. A doença pode ocasionar alguns transtornos, como insônia e depressão. Saiba mais no post de hoje.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia estima que 3% da população tenham psoríase. A causa da doença é genética, porém com muitos fatores ambientais como desencadeadores, por exemplo: estresse, medicamentos – como corticoides orais ou injetáveis – e infecções. O acúmulo de gordura abdominal, chamado de síndrome plurimetabólica, pode agravar o problema.
As doenças dermatológicas, em geral, apresentam uma estreita relação com estados emocionais perturbadores, tanto como fatores desencadeantes, como agravantes de quadros já existentes. A psoríase pode ser considerada causa ou consequência de problemas emocionais, ou seja, os episódios ou surtos podem ser desenvolvidos ou agravados por eventos estressantes e estados de humor deprimido.
O medo da rejeição ou do preconceito é um fator altamente estressante para portadores de psoríase. O paciente tem consciência que a doença não é contagiosa, mas teme a reação das pessoas em relação a si, e isso pode causar indignação e insônia.
A forma ideal de tratar a psoríase é por meio da combinação entre medicina epsicoterapia. O paciente deve seguir e corretamente as orientações e administrar as prescrições do dermatologista, além do acompanhamento psicoterápico cognitivo-comportamental.
Os tratamentos dependem da gravidade da doença e podem ser tópicos ou imunobiológicos, como vacinas, passando por fototerapia, imunossupressores e retinóides.
A psoríase tem controle e com os cuidados adequados, é possível ter uma excelente qualidade de vida. Continue acompanhando outras dicas de saúde no Facebook!

Na mais importante para um otimo controle é manter sua pele super bem hidratada 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Esportes aquáticos podem diminuir sintomas da psoríase

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Engana-se quem acredita que a psoríase é agravada durante o verão. O sol na medida certa, exercícios ao ar livre e alimentação menos calórica podem contribuir positivamente no cuidado da doença. Além disso, atividades ao ar livre, no mar ou piscina, podem ser recomendadas por especialistas.
Segundo a dermatologista Cacilda da Silva Souza, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), as práticas aquáticas favorecem o bem-estar do paciente com psoríase e é possível usufruir do verão com os cuidados necessários levando-se em consideração a gravidade da doença.
— A estação permite frequentar praias e piscinas, e as atividades físicas aquáticas podem auxiliar na manutenção do peso e na redução do estresse e dos outros fatores de risco trazidos pela psoríase. Além disso, o sol traz benefício direto, uma vez que reduz a inflamação da pele — explica Cacilda. O estilo de vida saudável é um dos fatores para que o paciente possa conviver bem com a enfermidade.
— Outro benefício das práticas aquáticas é o de exercer função terapêutica, de relaxamento. Em geral há uma relação dos quadros menos graves com a prática de exercícios — acrescenta a médica.
É sabido que a doença piora com alguns fatores como o estresse e a atividade física na água pode ajudar a relaxar. A especialista afirma que normalmente não há restrição na realização desses exercícios, principalmente nos quadros mais leves. Um dos cuidados importantes é sempre manter a pele hidratada CLIQUE AQUI. 
Piscinas com cloro podem provocar um ressecamento maior que as salinizadas ou com ozônio.
Já os quadros moderado e grave da doença inspiram mais cuidados. Para estas pessoas, a piscina pode facilitar a entrada de bactérias e ainda provocar mais ressecamento.
— Se a pessoa já possui fissuras na pele pode estar mais suscetível a infecções e, se a doença não estiver sob controle, pode haver piora nos sintomas, como aumento de coceira — afirma Cacilda. O dermatologista pode avaliar e orientar o paciente sobre como aproveitar de forma segura os benefícios que o verão pode proporcionar.
Mas é importante lembrar que a estação também pode ser um período difícil ao portador da doença, que precisa lidar com o preconceito maior no verão.
— Expor a pele pode ser constrangedor. Em alguns casos o paciente evita as atividades sociais e, muitas vezes, acaba se isolando. Manter as tarefas de rotina e praticar exercícios físicos são fundamentais para ajudar a relaxar, cultivando a saúde e o bem-estar — diz a especialista. Ela alerta para a conscientização da população de que se trata de uma doença não contagiosa, que apesar de não ter cura, pode ser controlada.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

10 ALIMENTOS SUPER HIDRATANTES

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O verão é caracterizado por altas temperaturas durante toda a estação e chuvas intensas. Esse ano, entretanto, o verão foi acompanhado por uma seca não habitual que afetou a saúde de muita gente. Nessas épocas é preciso tomar muito cuidado e prestar atenção na alimentação para mantar o nível de hidratação do corpo sempre adequado. Veja nossa lista de alimentos que ajudam a hidratar o corpo e garantir mais saúde.


1. Pepino. Esse vegetal, comum no verão, tem alto conteúdo de água que pode chegar a quase 97% do seu peso. Combine o pepino em saladas, iogurte, com menta ou com cubos de gelo para fazer uma refrescante sopa de pepino. E o melhor: o pepino é rico em fibras e tem poucas calorias.

2. Alface. Rico em fibras e com baixo teor calórico, a alface tem mais de 95% do seu peso composto por água. Inclua nas refeições principais e em sanduíches.


3. Morango. Rico em vitamina C, flavonoides e fibras, o morango é uma fruta ideal para comer durante as estações secas do ano. Ele é composto por cerca de 90% de água e tem pouca caloria. Você pode usá-lo em sobremesas ou comê-lo puro, com menta ou mel. Uma dica: deixe os morangos na geladeira para se tornarem mais refrescantes.



4. Melancia. Famosa por seu conteúdo de água (92%), a melancia é também excelente fonte de vitamina C, licopeno e fibras. Faça suco de melancia sem adicionar água. Você pode também combinar com outras ervas como gengibre, capim santo e menta.
5. Berinjela. A consistência esponjosa da berinjela é resultado do seu alto conteúdo de fibras que ajudam a reter grande quantidade de água. Use-a em saladas, refogada ou cozida. Evite, entretanto, preparações fritas, pois a berinjela acumula muita gordura




6. Iogurte. Esse derivado do leite contém de 82 a 88% do seu peso em água é excelente fonte de cálcio, proteínas e vitaminas B12 e B2. Prefira as versões com 0% de gordura e sem açúcar.


7. Mamão. Rico em fibras, betacaroteno e vitamina A, o mamão tem cerca de 88% de água. Uma xícara da fruta contém apenas 55 calorias. Use em saladas de frutas ou coma puro no café da manhã.
8. Rabanete. Esses pequenos vegetais contém cerca de 96% de água e é fonte de fibras, minerais e vitaminas. Use em saladas ou refogados. Uma dica: evite usar molhos à base de queijo ou maionese nas saladas.
9. Pimentão. Os pimentões (amarelo, verde e vermelho) são fonte de vitamina C, vitamina B6, B1, betacaroteno, ácido fólico e fibras. Além disso, possui cerca de 92% de água e deixa os alimentos com um sabor delicioso. Use em refogados, saladas e assados.




10. Pera. Esta fruta é uma das mais ricas em fibras e uma unidade pode contém 24% das necessidades diárias de fibras. Além disso, a pera é rica em água e tem um sabor refrescante, que ajuda a enfrentar o calor.
Não se esqueça de beber muita água nas épocas secas do ano, idealmente de 2-3 L por dia.


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