quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

PSORÍASE

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É dermatose inflamatória crônica comum, apresentando-se tipicamente como placas bem demarcadas, róseas ou cor de salmão, cobertas por escamas branco-prateadas, geralmente não pruriginosas. Afeta 1% da população e todas as idades; pode estar associada a artrite, miopatia, enteropatia, alterações ungueais, doença articular espondilítica, ou sida.
( À esquerda, lesão mais recente, com eritema e pequenas pústulas; à direita, lesão em estágio crônico, com eritema e escamas branco-prateadas. Elsevier. Kumar et al: Robbins Basic Pathology 8e - http://www.studentconsult.com/)

PATOGÊNESE
Acredita-se que linfócitos T CD4+ interagem com células apresentadoras de antígenos na pele, enviando sinais para ativação de linfócitos T CD8+ na epiderme. IL-12, IFN-γ e TNF são as principais citocinas TH1 envolvidas. Linfócitos infiltrados também produzem fatores de crescimento, promovendo proliferação de queratinócitos, angiogênese e inflamação.

MACROSCOPIA
Geralmente afeta cotovelos, joelhos, couro cabeludo, região lombossacral, sulco interglúteo e glande do pênis. Além da forma típica já descrita, podem ter configuração anular, linear, girata ou serpiginosa. Pode haver eritema corporal total com descamação (eritrodermia) ou formação de pústulas em placas.
MICROSCOPIA
Há espessamento epidérmico (acantose), com alongamento descendente e regular das cristas epidérmicas, figuras mitóticas acima da camada basal, estrato granuloso escasso ou ausente, paraceratose extensa, adelgaçamento da epiderme sobre o topo das papilas dérmicas, as quais contem vasos sanguíneos tortuosos e dilatados (sinal de Auspitz: pequeno sangramento quano escama é destacada da placa). Pústulas espongiformes (neutrófilos agregados na epiderme superficial) e microabscessos de Munro (neutrófilos no extrato córneo) podem ser encontrados.
(Hiperplasia da epiderme, escamas com paraceratose, neutrófilos na camada superficial. Elsevier. Kumar et al: Robbins Basic Pathology 8e - http://www.studentconsult.com/)

GENÉTICA
Associa-se a Psoríase ao alelo HLA-Cw*0602 (presente em dois terços dos pacientes).  Todavia somente 10% dos portadores do alelo desenvolvem a doença, indicando a interação de outros genes com o alelo.

PROGNÓSTICO
Hoje, a psoríase não pode ser curada, mas pode entrar em remissão prolongada. Geralmente, não ameaça a vida do portador, mas artrite psoriática, risco de infecção de pele, desequilíbrio hidroeletrolítico, ansiedade, estresse, baixa auto-estima, depressão e isolamento social são condições que podem estar associadas e levar a certa morbidade.

REFERÊNCIA

1. Kumar V, Abbas AK, Fausto N. Robbins e 2.Cotran patologia – bases patológicas das doenças. 7 ed. Elsevier, 2005.
2. http://www.studentconsult.com
3. http://pathologyoutlines.com/topic/skinnontumorpsoriasis.html
4. http://www.mayoclinic.com/health/psoriasis/DS00193/DSECTION=complications
Rafael Machado Mendes
Acadêmico de Medicina da UFC
Membro da Liga de Patologia da UFC



sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Pesquisa revela que 70% dos pacientes com psoríase têm doença associada

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Entre os problemas mais frequentes estão obesidade, hipertensão e depressão
O primeiro estudo brasileiro para mapear a psoríase no País, feito com 877 pacientes tratados em 26 centros de referência, revela que 70% apresentam outras doenças associadas, sendo 75% obesidade e sobrepeso, 32% hipertensão e 26% depressão. Os dados preliminares foram divulgados nesta quinta-feira (24) durante o Simpósio de Psoríase da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia).
Para o dermatologista Ricardo Romiti, um dos coordenadores do estudo, estes dados mostram que a doença tem um comprometimento importante na qualidade de vida.
— Por vergonha ou constrangimento, o paciente acaba comendo mais, tem dificuldade de relacionamento e até de obter ou manter o trabalho. Por isso, é importante manter o tratamento adequado para ter qualidade de vida.
STRESS É UM DOS PRINCIPAIS DESENCADEADORES DA PSORÍASE
O estudo também mostrou que 35,5% dos pacientes estão aposentados ou desempregados. Além disso, metade dos entrevistados apresenta a forma leve da doença e os outros 50% a forma moderada e grave.
— Os locais do corpo mais acometidos pelas placas avermelhadas e com descamação na pele, sintomas típicos da doença, foram couro cabeludo, pernas, coxas e braços. Além disso, as mãos que costumam ser um cartão-postal do corpo também podem ficar comprometidas, causando certo constrangimento.
A psoríase é uma doença crônica que atinge até 3% da população mundial, sendo mais comum nos adultos. Apesar de não causar dor, mas um pouco de coceira, o dermatologista Marcelo Arnone, da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), alerta que a doença também costuma atingir as unhas e articulações.
— Em torno de 50% dos pacientes têm o comprometimento das unhas, que podem se apresentar mais espessas, com furos e até descolar. Com a evolução da doença, pode também prejudicar as articulações, deformando mãos e pés.

A boa notícia é que a psoríase tem tratamento, que vai desde pomadas e cremes até medicamento oral. No entanto, reforça Arnone, é fundamental ter acompanhamento médico para a vida toda.
— O conhecimento sobre a doença motiva o paciente a procurar e manter o tratamento.



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Sociedade de Dermatologia vai realizar campanha sobre psoríase em João Pessoa

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A próxima terça-feira (29) é o Dia Mundial da Psoríase.

Cerca de 3% da população mundial sofre de psoríase, uma doença imune, inflamatória crônica e não contagiosa da pele. A maioria das pessoas com psoríase tem a pele vermelha e grossa com placas escamosas branco-prateadas. Apesar de a doença não ser transmitida pelo contato físico, muitos portadores sofrem preconceito por causa da falta de informação.
Para contribuir com a mudança dessa realidade, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realizará ações nos próximos dias, em várias capitais do país, para fazer esclarecimentos da população sobe a psoríase. A próxima terça-feira (29) é o Dia Mundial da Psoríase.
Em João Pessoa, a programação será realizada esta semana pela SBD-PB. Nesta sexta-feira (25), será ministrada uma palestra para pacientes, às 9 horas, no Hospital Napoleão Laureano. Sábado (26), das 6h às 9h, será oferecido um café da manhã no Busto de Tamandaré, na orla da Capital, para pacientes com psoríase atendidos no ambulatório do Serviço Dermatologia do Hospital Universitário. Das 8h às 10, nesse mesmo dia, haverá panfletagem no Parque Solon de Lucena.

Características e tratamento
A dermatologista Larissa Barbosa de Carvalho, médica cooperada da Unimed João Pessoa, informou que a psoríase se manifesta por lesões róseas ou avermelhadas recobertas por escamas esbranquiçadas. Na maioria dos casos, essas lesões aparecem em várias partes do corpo, como cotovelos, joelhos, couro cabeludo, unhas, palma das mãos e plantas dos pés, por toda a pele e chega a comprometer as articulações.
De acordo com ela, a psoríase é bastante frequente entre homens e mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 40 anos, podendo também ser diagnosticada em outras fases da vida. “Até hoje, não se sabem os motivos causadores da doença, mas pesquisas científicas demonstram que, em 30% dos casos, o fator genético está envolvido, além de fatores imunológicos, ambientais e psicológicos”, disse.
A médica reforça que a doença não é contagiosa. “Independentemente do tipo, a psoríase não pode ser adquirida pelo contato, mesmo íntimo, com qualquer portador”, esclarece Larissa Barbosa. A doença não tem a cura completa, mas, com o tratamento adequado, pode ser reduzida e mantida sob controle.
Para saber mais sobre psoríase, acesse o site www.diamundialdapsoriase.com.br.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

10 ALIMENTOS CONTRA A DEPRESSÃO

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10 ALIMENTOS CONTRA A DEPRESSÃO



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A depressão é uma doença psiquiátrica que tem vários sintomas, sendo os mais comuns abatimento ou tristeza constantes, perda de apetite, falta de energia e vontade de realizar atividades, perda de peso, problemas para dormir, etc. O tratamento normalmente é feito com antidepressivos e terapia psicológica, mas também há alimentos que ajudam na melhora e manutenção do humor. Conheça alguns alimentos aliados no tratamento da depressão.
1. Peixes. Pesquisadores finlandeses apontam que o consumo de peixes gordurosos 3 ou mais vezes por semana reduz o risco de desenvolvimento de depressão. Peixes como atum, salmão, cavalinha e sardinha são ricos em ômega-3, essencial para a função do cérebro e na produção serotonina.
2. Arroz integral. Além de rico em fibras, a versão integral é fonte de vitaminas B1, B2 e ácido fólico. Esses nutrientes diminuem os níveis de homocisteína, uma das substâncias elevadas durante a depressão.
3. Castanha-do-pará. Essa e outras sementes oleaginosas como nozes e castanhas são ricas emselênio, um antioxidante que colabora para melhora dos sintomas da depressão e redução do estresse.
4. Leite. Esse e outros derivados como queijos e iogurtes são ricos em cálcio e proteínas, que reduzem a irritabilidade, ajudam a controlar o estresse e o nervosismo.
5. Espinafre. Alimento rico em folato, betacaroteno, vitaminas A e C, cálcio, potássio e ferro que ajudam no bom funcionamento do cérebro. Além disso, o magnésio presente nas folhas atua no metabolismo cerebral, modulando o humor.
6. Pimenta. A pimenta é rica em capsaicina, que estimula as terminações nervosas e liberam endorfinas, hormônios que dão sensação de prazer e euforia. Algumas pimentas para esse uso são a malagueta, dedo-de-moça, vermelha e de cheiro.
7. Abacate. Essa fruta é rica em vitamina B3, que tem ação no sistema nervoso central na manutenção dos hormônios cerebrais. Juntamente com o folato, a vitamina B3 atua também nos neurotransmissores. Mas cuidado: ingira com moderação, pois a fruta é calórica. A recomendação é de uma porção pequena 3 vezes por semana.
8. Banana. Essa fruta bem popular tem altos níveis de triptofano, que auxilia a liberação de serotonina, hormônio relacionado ao humor. Além disso, a banana tem vitamina B6 que age no metabolismo de substâncias importantes para o humor.
9. Melancia. Essa fruta é rica em triptofano, aminoácido essencial na produção de serotonina. A serotonina por sua vez é conhecida como “neurotransmissor do bom humor” e ajuda a prevenir a depressão.
10. Mel. O mel estimula a produção de serotonina, causando sensação de prazer e bem-estar. Além disso, o mel evita que os níveis de glicose no sangue diminuam, mantendo o metabolismo do cérebro sempre ativo.
11. Café. O café é rico em cafeína, substância estimulante do sistema nervoso central. Estudos recentes indicam que a cafeína ajuda a prevenir a depressão. Mulheres que beberam duas xícaras de café por dia tiveram menos incidência de depressão eu aquelas que não beberam.
Além disso, há algumas dicas alimentares que ajudam a combater a depressão. Estudos indicam que é importante reduzir a quantidade de açúcar, álcool, chocolate e cafeína ingeridos para a boa saúde do cérebro. 
Você gostou dessas dicas ou tem mais alguma para sugerir? Deixe seu comentário logo abaixo nesta página. Sua opinião é muito importante!
Por  (farmacêutico)

domingo, 13 de outubro de 2013

Artrite psoriática e diabetes

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A artrite psoriática é uma doença inflamatória crônica das articulações caracterizada pela presença combinada de psoríase e artrite. Afeta entre 5% e 8% dos pacientes com psoríase e entre 0,05% e 0,24% da população geral branca. Muitos pacientes desenvolvem o dano articular progressivo e incapacidade, com um impacto significativo sobre o estado funcional e a qualidade de vida, e uma esperança de vida reduzida em relação à queixas cardiovasculares e respiratórias. A psoríase se associa a fatores de risco cardiovascular. Estudos anteriores informam um aumento da prevalência da diabetes nos pacientes com artrite psoriática, mas isto não está claro. Pesquisadores israelenses fazem um estudo para determinar se existe uma associação entre ambas as doenças. 
O estudo incluiu 549 pacientes com artrite psoriática maiores de 21 anos de idade e outras 1098 pessoas, com a mesma distribuição por sexos mas sem atrite psoriática.Os pacientes com diagnóstico de artrite psoriática feito por um reumatologista foram comparados com os pacientes sem artrite psoriasica ajustados por idade e sexo, em relação à prevalência do diabetes 
A prevalência do diabetes nos pacientes com artrite psoriática foi maior em comparação com os pacientes sem artrite psoriática (15,3% versus 10,7%; p=0,008).A diferença foi mais proeminente entre as mulheres (18,7% versus 10,3%; p<0,001), mas não entre os homens (11,2% nos pacientes com e sem artrite psoriática; p=1). 
Em uma analise estatística, a artrite psoriática foi associada a diabetes nas mulheres mas não nos homens 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Psoríase Doença de pele incurável

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A psoríase é uma doença crónica e recorrente que se reconhece pelas suas formações escamosas prateadas e pelas placas de diversos tamanhos.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Psoríase: boa alimentação e estilo de vida saudável atenuam sintomas

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Para além do cuidadoso controlo farmacológico, é muito importante a identificação de comportamentos e estilos de vida pouco saudáveis e a respetiva correção, visando obter ganhos significativos de saúde em geral e uma melhoria dos sinais e sintomas de psoríase.

A psoríase é uma doença crónica imunomediada, de manifestações predominantemente cutâneas e com uma base genética. Apresenta uma prevalência de 2 a 5% da população e causa um impacto na qualidade de vida similar ou superior a outras doenças que a sociedade reconhece como mais graves, como por exemplo a diabetes ou a doença coronária.
A doença, embora tenha na sua origem um terreno genético favorável, é desencadeada ou agravada por diversos fatores ambientais, merecendo por isso também a designação de doença multifatorial (poligénica + ambiente). São fatores agravantes conhecidos de todos os doentes com psoríase e seus familiares o stress psicológico, as infeções e os traumatismos locais, tal como é reconhecido também, há muito, o papel favorável da exposição a ultravioletas, como os que emanam da radiação solar.
Como em qualquer outra patologia, a abordagem deve ser feita ao indivíduo e não apenas à doença, procurando antes de mais um bom alinhamento entre médico e paciente em relação às expectativas e objetivos terapêuticos, tornando-o parte ativa na solução. A identificação de comportamentos e estilos de vida pouco saudáveis e a contratualização da sua correção com o doente permite obter ganhos significativos de saúde em geral e uma melhoria dos sinais e sintomas de psoríase.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Psoríase: doença pode atingir 75% do corpo humano

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Completando 50 anos de funcionamento e assistência à saúde, o Departamento de Medicina da Santa Casa de São Paulo traz este ano a 22ª Jornada de Medicina com o tema "A interação entre as especialidades clínicas" composta por palestras e discussões de casos sobre doenças que chegam a acometer metade da população mundial, com tratamentos realizados na Santa Casa.
O Departamento é parte integrante do Hospital Central, localizado na Santa Cecília, e atua junto às outras áreas no auxílio à saúde do paciente. Assim como o conjunto de especialidades presentes no Hospital Central, a Jornada também será formada por uma variedade de temas conectados para abordar o ser humano por inteiro, ao invés de fragmentá-lo em subdivisões.
Em função da necessidade de especializações para um estudo mais profundo de cada área do corpo humano, a Jornada conseguiu reunir diversos especialistas como o Dr. Paulo Eugenio Brant, que abordará sobre a incidência da bactéria Helicobacter Pylori. Ela está presente no organismo de 50% da população mundial e tem uma reação direta com uma inflamação na camada interna do estômago causadora do Linfoma de Malt.
Outra doença também muito comum e abordada na Jornada será a Psoríase, doença que acomete tanto mulheres quanto homens adultos, com uma menor prevalência em crianças. Ela se desenvolve nas camadas da pele, podendo chegar aos ossos em sua forma mais grave, causando dores e deformações.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a psoríase atinge 3% da população mundial, que apesar de parecer pouco, representa 216 milhões de pessoas com uma patologia crônica, adquirida por uma pré-disposição genética e sem cura, mas visível pelos sintomas aparentes como coceira e vermelhidão. A doença pode se apresentar em diversos tipos, e regiões diferentes do corpo:
- Psoríase Vulgar ou em Placas: é a mais comum, presente em 15% a 20% dos diagnósticos. Causa lesões avermelhadas com camadas esbranquiçadas e ressecadas no couro cabeludo, joelhos e cotovelos;
- Psoríase Invertida: encontrada também no couro cabeludo, joelhos e cotovelos, mas com uma aparência mais úmida;
- Psoríase Gutata: resultado de processos infecciosos, ela aparece próxima aos ombros e quadril, em formato de gotas;
- Psoríase Ungueal: com manchas amareladas e puntiformes, principalmente nas unhas das mãos;
- Psoríase Palmo-plantar: são lesões com rachaduras nas palmas das mãos e nas solas dos pés;
- Psoríase Postulosa: resulta em pus nos pés e nas mãos de forma localizada, ou até mesmo espalhadas pelo corpo;

Dentre todos os tipos, duas se destacam pelas reações mais graves:
- Psoríase Eritrodérmica: enquadra-se em uma das mais graves, com lesões generalizadas em mais de 75% do corpo;
- Psoríase Artropática: responsável pelas deformidades e ainda pode causar dores nas articulações;

Muitos fatores podem ser os responsáveis pelo desencadeamento da doença, como estresse, traumas físicos, infecções, e alguns medicamentos para pressão-alta e anti-inflamatórios. Mas, apesar de toda essa agressividade, o tratamento com remédios e cremes pode ajudar a controlar a patologia.
A Santa Casa de São Paulo é referência e um dos poucos centros hospitalares que oferece gratuitamente o tratamento por fototerapia, que se baseia no recebimento de raios controlados de UVA e UVB dentro de uma cabine. Cada paciente com psoríase necessita de uma quantidade específica de raios ultravioletas e o procedimento feito no Departamento de Dermatologia da Santa Casa consegue controlar o quanto o paciente pode receber sem prejudicar sua pele pelo excesso de "sol".
O ambulatório realizado às quartas-feiras na Santa Casa e coordenado pela Dra. Clarice Kobata, Palestrante e Chefe do Ambulatório de Psoríase, atende cerca de 100 pacientes por mês. "Temos muitos pacientes que melhoraram sua qualidade de vida após o tratamento que inclui também a fototerapia. Mas ele precisa ser contínuo", explica a Dra. Kneese.
Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Fundada há mais de quatro séculos, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, instituição filantrópica, privada e laical, é um dos mais importantes complexos hospitalares do Brasil. A Irmandade, em todas as unidades, atende mais de 11 mil pessoas por dia em todas as especialidades médicas, possui mais de 2.300 leitos, registra uma média anual de mais de 1 milhão e 500 mil atendimentos ambulatoriais, 1 milhão e 800 mil atendimentos de emergência, 47 mil cirurgias e mais de 5 milhões exames. É referência nos atendimentos de emergência, ortopedia, pediatria e serviços de alta complexidade como neurocirurgias e transplantes. Além de possuir laboratórios próprios e excelentes serviços de Diagnóstico por Imagem.

Evento: 22ª Jornada do Departamento de Medicina da Santa Casa de São Paulo
Data: 21 a 23 de agosto de 2013
Horário: 21 de agosto das 8h às 11h30
              22 e 23 de agosto das 8h às 11h    
Endereço: Rua Dr. Cesário Mota Junior, 112 - Santa Cecília - São Paulo - SP

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Doença de pele obriga Cara Delevingne a deixar as passarelas

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Cara Delevingne, considerada uma das modelos mais promissores da sua geração, vai deixar a sua carreira nas passerelles para trás devido à psoríase.

A modelo, de 21 anos, sofre de psoríase nervosa, despoletada pelo stress pré-desfiles, nomeadamente nos grandes eventos de moda mundiais de que é protagonista.

Cara Delevingne contou que em fevereir durante a Semana da Moda de Milão teve uma crise e ficou com as pernas cheias de manchas vermelhas escamativas - características da doença - e teve que ser «pintada» para pisar a passerelle.

Em declarações ao Daily Mail, a jovem modelo revelou ainda que Kate Moss tinha sido um grande apoio e a tinha incentivado a procurar ajuda médica.

Delevingne que já assumiu que a sua condição piora drasticamente com a pressão dos desfiles e que as erupções cessam completamente quando não está a trabalhar, revelou ainda que fará planos de carreira «mais gentis» com a sua pele: «Quero fazer música, quero representar, quero cantar. Quero fazer qualquer coisa que não faça a minha pele entrar em erupção».

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Alimentos podem atenuar os sintomas da psoríase

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No período de Verão, há maior tendência para fazer refeições fora de casa e alterar a dieta habitual. A alimentação é fundamental para manter uma vida saudável e nos doentes com psoríase esta regra não é excepção. Não existe uma dieta específica para a psoríase, mas existem alimentos que podem ajudar a controlar a inflamação da pele.

«Os doentes com psoríase devem optar por alimentos como fruta e vegetais, que são boas fontes de fibra e de minerais, principalmente bróculos, cenoura e papaia. O pescado é sempre aconselhado, dando preferência aos ricos em ácidos gordos polinsaturados – ómega 3 -, como cavala, salmão, atum, sardinha ou arenque. Já as carnes vermelhas e enchidos podem provocar maior irritação da pele, tal como os alimentos muito condimentados com pimenta ou outras especiarias, por exemplo. Da dieta devem constar mais alimentos cozidos, em detrimento dos refugados», explica Paulo Pereira, médico dermatologista.
 
Durante o Verão, época em que se fazem refeições mais leves, pode optar por saladas com ingredientes frescos, mas devidamente lavados e acondicionados para não perderem as qualidades naturais.
 
A água e os sumos podem ser consumidos sem preocupação, em especial os sumos de fruta naturais, que permitem reforçar o sistema imunitário, ajudam a combater o stress oxidativo e previnem a obesidade e os acidentes cardiovasculares. As bebidas alcoólicas devem ser evitadas, pois aumentam o prurido e tornam o organismo mais resistente aos tratamentos devido à interacção com os medicamentos.
 
A psoríase tende a ser mais grave e mais resistente aos tratamentos nos doentes com excesso de peso. O excesso de peso nas zonas das dobras cutâneas, como as axilas, virilhas e por baixo dos seios, podem aumentar o risco de infecções fúngicas e bacterianas. Por isso, o exercício físico também é aconselhado.
 
«É da máxima importância combater o excesso de peso e a síndrome metabólica, e além de contribuir para um estilo de vida mais saudável, as actividades físicas ajudam a reduzir o stress, que muitas vezes desencadeia crises de psoríase», alerta.
 
A psoríase é uma doença auto-imune que se manifesta no nosso maior órgão – a pele, não sendo contagiosa é crónica e pode surgir em qualquer idade. O seu aspecto, extensão, evolução e gravidade são variáveis, caracterizando-se pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, que afectam sobretudo os cotovelos, joelhos, região lombar, couro cabeludo e unhas. Em Portugal esta doença afecta mais de 250 mil pessoas e cerca de 125 milhões em todo o mundo.
 
A PSOPortugal, entidade com oito anos de existência, constituída em 2005, tem vindo a defender, apoiar e dar voz aos doentes de psoríase. E também a alertar e sensibilizar a sociedade para a discriminação social e profissional de que são alvo os cerca de 250 mil portugueses que sofrem de psoríase.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

OBTENDO PSORÍASE PELA GARGANTA

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Brasília recebe ação gratuita para diagnóstico de psoríase

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Brasília recebe ação gratuita para diagnóstico de psoríase




Brasília recebe no dia 12 de julho, no Hospital da UnB, o mutirão de diagnóstico de psoríase. Composta por equipe médica especializada por mais de 10 profissionais de saúde, a ação tem como objetivo identificar a doença e indicar o tratamento adequado para cada caso.

O exame será feito de forma gratuita para todos os interessados das 8h às 12h no ambulatório de dermatologia do HUB. Para ser atendido, basta procurar um dos profissionais identificados na entrada do local. O atendimento será feito conforme a ordem de chegada.

Incurável e não contagiosa, a psoríase pode ser controlada por meio de tratamento e orientação médica. A coordenadora do Ambulatório de Dermatologia do Hospital Universitário de Brasília, Gladys Aires Martin, explica que o mutirão de diagnóstico contribui para desmistificar a doença, ainda pouco compreendida: “Estimamos que apenas 5% dos pacientes que tem psoríase estão em tratamento no Brasil. Nosso intuito é aumentar esse número – a doença é carregada de estigmas e essa ação é crucial para que a população esteja corretamente informada”, diz. 

Sobre a psoríase

A psoríase é uma doença inflamatória, crônica da pele e não contagiosa, que afeta cerca de dois milhões e meio da população brasileira. É caracterizada pelo aparecimento de manchas avermelhadas e descamações na pele, acomete cerca de 1% a 3% das pessoas em todo o mundo e pode aparecer nos joelhos, cotovelos, tronco, couro cabeludo e unhas.

Embora a psoríase tenha uma causa ainda não conhecida, sabe-se que a descamação ocorre porque as células da pele se reproduzem com muita rapidez: a doença faz com que as pessoas renovem a pele em dois ou três dias, quando a média é em 28 dias.

Serviço:
Mutirão de exame gratuito de psoríase

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

segunda-feira, 8 de julho de 2013

O taxista e a psoriase

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Perdi a conta de quantas vezes conversei com taxistas sobre o trânsito de São Paulo — indo para congressos, voltando de entrevistas… Na minha opinião, esse assunto inclusive é ponto central de uma das muitas regras não-escritas das relações sociais entre passageiro e motorista. Explico: ao iniciar uma discussão sobre as ruas congestionadas, o taxista dá a entender que está aberto para um bate-papo. Se, por exemplo, o passageiro demonstra interesse e, após olhar rapidamente para fora da janela, responde que uma das causas do trânsito é o fato de que a maioria dos carros na rua carrega apenas uma pessoa, deixa subentendido que também está a fim de trocar umas ideias.
Foi assim que, na semana passada, comecei a falar com o Gil, taxista de uns 40 e poucos anos que ganhou a missão de me levar da região central de São Paulo até a Zona Oeste na hora do rush. Depois de ele afirmar com todas as letras que, para circular na Avenida Rebouças, só se for com passageiro (o que permite a ele trafegar pela faixa dos ônibus, bem menos travada do que as normais), e eu retrucar que as avenidas em geral da capital paulista estavam entupidas, ele me perguntou o que estava fazendo em um congresso médico. E, sem me deixar responder, já sentenciou: “Está aí uma área que me interessa: a medicina!”
Nem sei se ele me ouviu perguntar “por quê?”, já que logo após terminar de pronunciar a palavra medicina, já disparou: “Veja só, eu tive um problema sério de pele. Você sabe o que épsoríase?”.

O Gil, por volta dos 17 anos, passou a notar que crostas avermelhadas surgiam na sua pele. Com o passar dos meses, a situação foi piorando e, após uma visita malsucedida a um hospital, voltou para casa “quase inteiro coberto” por essas placas. Diz ele que ficou em casa uns bons dias até que sua tia, vendo o estado do sobrinho, mandou-o ir direto para o Hospital das Clínicas de São Paulo.
“A enfermeira me internou na hora”, lembrou-se. E foi lá que o Gil conheceu um médico baiano (ele não se lembra do nome), que, detectando a doença, prescreveu cremes, óleos e outros remédios. O especialista também o tranquilizou ao falar que iria resolver o problema e que psoríase não é transmissível. O taxista contou que aplicava o produto e, depois de alguns minutos, tirava as placas manualmente para, embaixo delas, ver uma pele lisa e saudável. “Em 14 dias, eu troquei de pele como uma cobra. Desde então, ela segue normal graças ao médico baiano. Por isso que me interesso tanto pela medicina e fico revoltado quando comparo os salários de jogadores de futebol com o de médicos”, arrematou.
Achei a história do Gil curiosa demais e, por isso, resolvi entrevistar o dermatologista Marcelo Arnone, coordenador da Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Conversamos sobre esse transtorno e especificamente a respeito de alguns pontos do relato que acabei de contar a vocês. Em primeiro lugar, perguntei ao doutor Marcelo se é comum um paciente ter só uma crise ao longo da vida toda. Sua resposta:
“Não é nem um pouco comum. A psoríase geralmente aparece na fase adulta e, a partir da primeira manifestação, tende a se repetir. Estamos falando de uma doença crônica, mas que costuma ser bem controlada quando o paciente segue o tratamento, que, em geral, consiste em intervenções agudas durante o surgimento das lesões e um acompanhamento contínuo do dermatologista. Os remédios evoluíram muito de algumas décadas para cá. Hoje em dia, por exemplo, temos à disposição medicamentos biológicos que surtem efeito em quadros graves, além de cremes bastante eficazes”.
Também questionei o doutor Marcelo sobre o fato de o Gil arrancar as placar avermelhadas durante o tratamento. “Isso é completamente contraindicado! Sabemos que, ao manipular a região afetada, o indivíduo pode agravar o quadro. Para aliviar os sintomas e melhorar a condição da pele, pessoas com essa doença precisam passar hidratantes por toda a vida. Para eles, isso não é um luxo, mas uma necessidade”, explicou.
Pena que, quando estava no táxi, não conhecia essas informações para alertá-lo. Estou torcendo para que o interesse do Gil por medicina e por temas ligados à saúde o tragam de alguma forma até esse blog. Como mensagem final a ele e a todos que tenham psoríase ou conheçam alguém com esse problema, deixo mais um ensinamento do doutor Marcelo Arnone:
“O paciente com psoríase deve saber que é possível melhorar muito a própria qualidade de vida. E todos devemos repassar informações sobre essa enfermidade para acabar de vez com o preconceito. O pior efeito da psoríase é na autoestima — e é isso o que temos que combater todos os dias”.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A Psoríase tem Cura?

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A psoríase é uma doença de pele, sem cura definitiva, que vai evoluindo ao longo da vida e não é contagiosa. Está ligada a factores genéticos, ambientais e imunitários e pode surgir em qualquer idade, embora tenha dois picos de incidência na infância (sobretudo adolescência) designado por precoce e outro tardio já na 6ª e 7ª décadas de vida.

É uma patologia inflamatória, assente numa componente genética que vai condicionar, através de factores exógenos (externos ao organismo) e endógenos (internos ao organismo), o aparecimento de lesões cutâneas do tipo manchas e placas avermelhadas, mais ou menos descamativas, podendo envolver virtualmente qualquer parte do revestimento cutâneo, incluindo couro cabeludo e unhas.
Há várias formas de psoríase (embora, nenhuma tenha cura), conforme a localização e o aspecto das lesões, sendo que, do ponto de vista médico, não há uma terapêutica uniforme, pelo que, em cada momento, é necessário perceber qual o tratamento mais adequado a essa fase da doença.
Se for uma forma localizada, a psoríase trata-se com fármacos de tipo creme/pomada à base de corticoides, vitamina D e emolientes, mas, se for muito extensa, o doente tem de ser tratado intensivamente, com recurso a medicação sistémica com ciclosporina, retinóides (acitretina), metrotexato ou com fototerapia ultra-violeta (UVB’s, PUVA).
A psoríase é uma patologia bastante complexa e convém que os tratamentos sejam minimamente dirigidos do ponto de vista científico e devidamente instituídos e controlados por um médico dermatologista.
Mais recentemente apareceram no mercado medicamentos «biológicos» que interferem nos mecanismos moleculares e imunológicos subjacentes à psoríase, com resultados espectaculares na evolução e remissão de extensos quadros desta patologia, mas cuja utilização está ainda só reservada a casos graves da doença, designadamente pelo seu custo elevado.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Tratamento natural da Psoríase

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  • Manter a pele constantemente hidratada: É muito importante no controle da Psoríase, uma vez que a pele seca piora a irritação e o prurido já causado pela Psoríase
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  • Cuidados com o banho: Banhos frequentes podem ressecar a pele, causando problemas; Usar água morna ao invés de quente para não irritar a pele; Quando possível, deixar a pele secar sozinha, sem usar toalhas, aplicando creme hidratante logo a seguir ao banho;
  • Tomar sol: A radiação ultravioleta encontrada na luz solar é um tratamento comprovado para a Psoríase. Exposições moderadas e controladas ao sol devem ser acompanhadas de uso de cremes hidratantes ou terapêuticos;
  • Parar de fumar: O cigarro pode aumentar a probabilidade de desenvolvimento das formas mais severas de Psoríase;
  • Evitar o stress: Stress e ansiedade estão muito relacionados com o desencadeamento ou piora do quadro. A psicoterapia pode ser indicada em alguns casos.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Diferença entre psoríase e eczema

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Eczema e psoríase muitas vezes são confundidos pela tendência a compartilhar sintomas semelhantes. Contudo, ambos também têm sintomas exclusivos, o que não dificulta tanto fazer um diagnóstico, como se poderia pensar. Segue-se um resumo dos aspectos do eczema e da psoríase, para que você possa distingui-los com facilidade.



Pele sensível favorece o eczema

O eczema aparece muito mais em áreas sensíveis e tenras do que a psoríase. As costas e os joelhos são favoráveis, bem como a parte interna dos cotovelos e braços. Também são alvos primários as axilas e área inguinal. Enquanto o eczema pode aparecer em qualquer parte, é improvável que a psoríase apareça nessas áreas sensíveis.

Pele mais resistente favorece a psoríase

A psoríase tende a aparecer na pele resistente em áreas onde a pele é mais espessa, como joelhos e cotovelos. Pode ainda aparecer no dorso do pescoço ou coxas. A psoríase pode surgir quase em qualquer lugar do corpo, mas deve-se estar atento às áreas em que a pele é mais grossa.

Eczema pode ser úmido

O eczema causa pele seca, pruriginosa e descamativa, certamente, mas também pode causar lesões cheias de líquido ou se tornar infectada com pus. Essas lesões muitas vezes se assemelham a vesículas e podem exsudar. As mãos e os pés são particularmente sujeitos a essa versão úmida de eczema. Em contrapartida, a psoríase não pode produzir lesões úmidas.

Psoríase pode ser prateada

A psoríase tem a capacidade única de dar à pele uma aparência prateada. Essas escamas prateadas serão muito ressecadas e pruriginosas e, na realidade, são células mortas que estão soltas na pele inflamada. Depois de algum tempo, essas escamas prateadas caem, mas geralmente o ciclo é repetitivo. O eczema não tem aparência prateada, de maneira alguma, mas sim sua aparência é avermelhada.

Psoríase causa depressões nas unhas

Psoríase e eczema podem aparecer nas mãos. Todavia, somente a psoríase pode causar uma afecção conhecida como "depressão nas unhas". Quando presente na pele em torno das unhas, a psoríase também pode afetar as próprias unhas, deixando-as com depressões. Ocorrem alterações nas unhas como eczema e surtos fúngicos, mas a aparência da afecção não é a mesma da psoríase.