sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Pesquisa revela que 70% dos pacientes com psoríase têm doença associada

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Entre os problemas mais frequentes estão obesidade, hipertensão e depressão
O primeiro estudo brasileiro para mapear a psoríase no País, feito com 877 pacientes tratados em 26 centros de referência, revela que 70% apresentam outras doenças associadas, sendo 75% obesidade e sobrepeso, 32% hipertensão e 26% depressão. Os dados preliminares foram divulgados nesta quinta-feira (24) durante o Simpósio de Psoríase da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia).
Para o dermatologista Ricardo Romiti, um dos coordenadores do estudo, estes dados mostram que a doença tem um comprometimento importante na qualidade de vida.
— Por vergonha ou constrangimento, o paciente acaba comendo mais, tem dificuldade de relacionamento e até de obter ou manter o trabalho. Por isso, é importante manter o tratamento adequado para ter qualidade de vida.
STRESS É UM DOS PRINCIPAIS DESENCADEADORES DA PSORÍASE
O estudo também mostrou que 35,5% dos pacientes estão aposentados ou desempregados. Além disso, metade dos entrevistados apresenta a forma leve da doença e os outros 50% a forma moderada e grave.
— Os locais do corpo mais acometidos pelas placas avermelhadas e com descamação na pele, sintomas típicos da doença, foram couro cabeludo, pernas, coxas e braços. Além disso, as mãos que costumam ser um cartão-postal do corpo também podem ficar comprometidas, causando certo constrangimento.
A psoríase é uma doença crônica que atinge até 3% da população mundial, sendo mais comum nos adultos. Apesar de não causar dor, mas um pouco de coceira, o dermatologista Marcelo Arnone, da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), alerta que a doença também costuma atingir as unhas e articulações.
— Em torno de 50% dos pacientes têm o comprometimento das unhas, que podem se apresentar mais espessas, com furos e até descolar. Com a evolução da doença, pode também prejudicar as articulações, deformando mãos e pés.

A boa notícia é que a psoríase tem tratamento, que vai desde pomadas e cremes até medicamento oral. No entanto, reforça Arnone, é fundamental ter acompanhamento médico para a vida toda.
— O conhecimento sobre a doença motiva o paciente a procurar e manter o tratamento.



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Sociedade de Dermatologia vai realizar campanha sobre psoríase em João Pessoa

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A próxima terça-feira (29) é o Dia Mundial da Psoríase.

Cerca de 3% da população mundial sofre de psoríase, uma doença imune, inflamatória crônica e não contagiosa da pele. A maioria das pessoas com psoríase tem a pele vermelha e grossa com placas escamosas branco-prateadas. Apesar de a doença não ser transmitida pelo contato físico, muitos portadores sofrem preconceito por causa da falta de informação.
Para contribuir com a mudança dessa realidade, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realizará ações nos próximos dias, em várias capitais do país, para fazer esclarecimentos da população sobe a psoríase. A próxima terça-feira (29) é o Dia Mundial da Psoríase.
Em João Pessoa, a programação será realizada esta semana pela SBD-PB. Nesta sexta-feira (25), será ministrada uma palestra para pacientes, às 9 horas, no Hospital Napoleão Laureano. Sábado (26), das 6h às 9h, será oferecido um café da manhã no Busto de Tamandaré, na orla da Capital, para pacientes com psoríase atendidos no ambulatório do Serviço Dermatologia do Hospital Universitário. Das 8h às 10, nesse mesmo dia, haverá panfletagem no Parque Solon de Lucena.

Características e tratamento
A dermatologista Larissa Barbosa de Carvalho, médica cooperada da Unimed João Pessoa, informou que a psoríase se manifesta por lesões róseas ou avermelhadas recobertas por escamas esbranquiçadas. Na maioria dos casos, essas lesões aparecem em várias partes do corpo, como cotovelos, joelhos, couro cabeludo, unhas, palma das mãos e plantas dos pés, por toda a pele e chega a comprometer as articulações.
De acordo com ela, a psoríase é bastante frequente entre homens e mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 40 anos, podendo também ser diagnosticada em outras fases da vida. “Até hoje, não se sabem os motivos causadores da doença, mas pesquisas científicas demonstram que, em 30% dos casos, o fator genético está envolvido, além de fatores imunológicos, ambientais e psicológicos”, disse.
A médica reforça que a doença não é contagiosa. “Independentemente do tipo, a psoríase não pode ser adquirida pelo contato, mesmo íntimo, com qualquer portador”, esclarece Larissa Barbosa. A doença não tem a cura completa, mas, com o tratamento adequado, pode ser reduzida e mantida sob controle.
Para saber mais sobre psoríase, acesse o site www.diamundialdapsoriase.com.br.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

10 ALIMENTOS CONTRA A DEPRESSÃO

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10 ALIMENTOS CONTRA A DEPRESSÃO



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A depressão é uma doença psiquiátrica que tem vários sintomas, sendo os mais comuns abatimento ou tristeza constantes, perda de apetite, falta de energia e vontade de realizar atividades, perda de peso, problemas para dormir, etc. O tratamento normalmente é feito com antidepressivos e terapia psicológica, mas também há alimentos que ajudam na melhora e manutenção do humor. Conheça alguns alimentos aliados no tratamento da depressão.
1. Peixes. Pesquisadores finlandeses apontam que o consumo de peixes gordurosos 3 ou mais vezes por semana reduz o risco de desenvolvimento de depressão. Peixes como atum, salmão, cavalinha e sardinha são ricos em ômega-3, essencial para a função do cérebro e na produção serotonina.
2. Arroz integral. Além de rico em fibras, a versão integral é fonte de vitaminas B1, B2 e ácido fólico. Esses nutrientes diminuem os níveis de homocisteína, uma das substâncias elevadas durante a depressão.
3. Castanha-do-pará. Essa e outras sementes oleaginosas como nozes e castanhas são ricas emselênio, um antioxidante que colabora para melhora dos sintomas da depressão e redução do estresse.
4. Leite. Esse e outros derivados como queijos e iogurtes são ricos em cálcio e proteínas, que reduzem a irritabilidade, ajudam a controlar o estresse e o nervosismo.
5. Espinafre. Alimento rico em folato, betacaroteno, vitaminas A e C, cálcio, potássio e ferro que ajudam no bom funcionamento do cérebro. Além disso, o magnésio presente nas folhas atua no metabolismo cerebral, modulando o humor.
6. Pimenta. A pimenta é rica em capsaicina, que estimula as terminações nervosas e liberam endorfinas, hormônios que dão sensação de prazer e euforia. Algumas pimentas para esse uso são a malagueta, dedo-de-moça, vermelha e de cheiro.
7. Abacate. Essa fruta é rica em vitamina B3, que tem ação no sistema nervoso central na manutenção dos hormônios cerebrais. Juntamente com o folato, a vitamina B3 atua também nos neurotransmissores. Mas cuidado: ingira com moderação, pois a fruta é calórica. A recomendação é de uma porção pequena 3 vezes por semana.
8. Banana. Essa fruta bem popular tem altos níveis de triptofano, que auxilia a liberação de serotonina, hormônio relacionado ao humor. Além disso, a banana tem vitamina B6 que age no metabolismo de substâncias importantes para o humor.
9. Melancia. Essa fruta é rica em triptofano, aminoácido essencial na produção de serotonina. A serotonina por sua vez é conhecida como “neurotransmissor do bom humor” e ajuda a prevenir a depressão.
10. Mel. O mel estimula a produção de serotonina, causando sensação de prazer e bem-estar. Além disso, o mel evita que os níveis de glicose no sangue diminuam, mantendo o metabolismo do cérebro sempre ativo.
11. Café. O café é rico em cafeína, substância estimulante do sistema nervoso central. Estudos recentes indicam que a cafeína ajuda a prevenir a depressão. Mulheres que beberam duas xícaras de café por dia tiveram menos incidência de depressão eu aquelas que não beberam.
Além disso, há algumas dicas alimentares que ajudam a combater a depressão. Estudos indicam que é importante reduzir a quantidade de açúcar, álcool, chocolate e cafeína ingeridos para a boa saúde do cérebro. 
Você gostou dessas dicas ou tem mais alguma para sugerir? Deixe seu comentário logo abaixo nesta página. Sua opinião é muito importante!
Por  (farmacêutico)

domingo, 13 de outubro de 2013

Artrite psoriática e diabetes

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A artrite psoriática é uma doença inflamatória crônica das articulações caracterizada pela presença combinada de psoríase e artrite. Afeta entre 5% e 8% dos pacientes com psoríase e entre 0,05% e 0,24% da população geral branca. Muitos pacientes desenvolvem o dano articular progressivo e incapacidade, com um impacto significativo sobre o estado funcional e a qualidade de vida, e uma esperança de vida reduzida em relação à queixas cardiovasculares e respiratórias. A psoríase se associa a fatores de risco cardiovascular. Estudos anteriores informam um aumento da prevalência da diabetes nos pacientes com artrite psoriática, mas isto não está claro. Pesquisadores israelenses fazem um estudo para determinar se existe uma associação entre ambas as doenças. 
O estudo incluiu 549 pacientes com artrite psoriática maiores de 21 anos de idade e outras 1098 pessoas, com a mesma distribuição por sexos mas sem atrite psoriática.Os pacientes com diagnóstico de artrite psoriática feito por um reumatologista foram comparados com os pacientes sem artrite psoriasica ajustados por idade e sexo, em relação à prevalência do diabetes 
A prevalência do diabetes nos pacientes com artrite psoriática foi maior em comparação com os pacientes sem artrite psoriática (15,3% versus 10,7%; p=0,008).A diferença foi mais proeminente entre as mulheres (18,7% versus 10,3%; p<0,001), mas não entre os homens (11,2% nos pacientes com e sem artrite psoriática; p=1). 
Em uma analise estatística, a artrite psoriática foi associada a diabetes nas mulheres mas não nos homens 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Psoríase Doença de pele incurável

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A psoríase é uma doença crónica e recorrente que se reconhece pelas suas formações escamosas prateadas e pelas placas de diversos tamanhos.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Psoríase: boa alimentação e estilo de vida saudável atenuam sintomas

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Para além do cuidadoso controlo farmacológico, é muito importante a identificação de comportamentos e estilos de vida pouco saudáveis e a respetiva correção, visando obter ganhos significativos de saúde em geral e uma melhoria dos sinais e sintomas de psoríase.

A psoríase é uma doença crónica imunomediada, de manifestações predominantemente cutâneas e com uma base genética. Apresenta uma prevalência de 2 a 5% da população e causa um impacto na qualidade de vida similar ou superior a outras doenças que a sociedade reconhece como mais graves, como por exemplo a diabetes ou a doença coronária.
A doença, embora tenha na sua origem um terreno genético favorável, é desencadeada ou agravada por diversos fatores ambientais, merecendo por isso também a designação de doença multifatorial (poligénica + ambiente). São fatores agravantes conhecidos de todos os doentes com psoríase e seus familiares o stress psicológico, as infeções e os traumatismos locais, tal como é reconhecido também, há muito, o papel favorável da exposição a ultravioletas, como os que emanam da radiação solar.
Como em qualquer outra patologia, a abordagem deve ser feita ao indivíduo e não apenas à doença, procurando antes de mais um bom alinhamento entre médico e paciente em relação às expectativas e objetivos terapêuticos, tornando-o parte ativa na solução. A identificação de comportamentos e estilos de vida pouco saudáveis e a contratualização da sua correção com o doente permite obter ganhos significativos de saúde em geral e uma melhoria dos sinais e sintomas de psoríase.