OMA- Uma pesquisa italiana em andamento mostrou uma propriedade desconhecida do brócolis, que é a de proteger as células humanas do estresse e da doença de Alzheimer. Este vegetal de origem italiana ainda não teve todas as suas propriedades reveladas. Na verdade, o brócolis já foi objeto de numerosos estudos científicos. Sabemos que este vegetal tem um forte poder antioxidante, indicado especialmente para a prevenção do câncer.
Este estudo italiano fornece novas informações sobre a importância do brócolis na medicina e na nutrição. O Dr. Paolo Costantino, formado em biologia molecular pela Universidade Sapienza de Roma, liderou o trabalho neste estudo apresentado como parte da SapiExpo.
Brócolis, um superalimento
Segundo o Dr. Costantino: "O Brócolis, particularmente o germe do brócolis (venda em lojas especializadas), é rico em antioxidantes , nós observamos efeitos surpreendentes na saúde humana".
Esta descoberta italiana foi feita através da administração de extratos do germe de brócolis em amostras de células e em modelos animais capazes de simular uma doença humana.
Segundo o pesquisador italiano: "Os resultados foram surpreendentes, pudemos verificar um efeito protetor significativo do brócolis sobre o estresse oxidativo e uma propriedade contra o Alzheimer".
Os princípios ativos responsáveis pelos efeitos benéficos ainda não foram identificados com certeza. Este estudo italiano, em andamento, ainda não foi publicado em uma revista científica de referência.
Dicas de nutrição
Recomenda-se comer de 3 a 5 porções de brócolis por semana para um efeito favorável sobre a saúde. No entanto, tome cuidado para não cozinhar demais para evitar a perda de alguns efeitos antioxidantes.
11 de março de 2014, por Xavier Gruffat, Farmacêutico na agência ATS (traduzido principalmente do italiano). Fontes: Universidade de Roma (Sapienza), ATS e Creafarma.ch (nosso site em italiano).
quarta-feira, 12 de março de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Saiba quais são as melhores maneiras de controlar a psoríase
Algo que podemos verificar com uma determinada facilidade, é o fato de que infelizmente há uma grande quantidade de pessoas que podem possuir a doença chamada psoríase, sendo que na realidade, ela não oferece grandes riscos para a saúde nem do paciente, e nem para as pessoas do seu convívio, visto que não se trata de uma doença causa por bactéria ou até mesmo vírus, mas sim de uma doença relacionada a pré disposição genética da pessoa, fazendo com que desta forma, esta acabe por apresentar sintomas como por exemplo vermelhidão na pele, assim como também coceira e até mesmo a descamação, fazendo com que os “prejuízos” possam ser considerados mais estéticos do que de outra forma.
No entanto, infelizmente, não há uma cura especifica para esta doença, afinal, como já citado anteriormente, se trata de uma doença de pré disposição genética, fazendo com que desta forma, se tenha apenas a possibilidade de se controlar o surgimento dos sintomas, e se este é o seu caso, vejamos agora mesmo como deverá fazer para controla-los.
Como controlar
O que acontece, é que geralmente a psoríase acaba por se manifestar por questões psicológicas, como por exemplo alto nível de estresse, assim como também problemas com ansiedade e até mesmo a depressão, fazendo com que a partir do momento em que estes sentimentos acabam por ser desenvolvidos por uma pessoa, esta já se torna mais suscetível ao surgimento dos sintomas da psoríase, sendo assim, o ideal realmente é controlar as emoções, no entanto, no caso de não se conseguir fazer isto sozinho, é possível que a indicação de uma terapia seja realizada, assim como também não podemos nos esquecer dos casos que podem ser considerados como mais graves, que acabam por ter a necessidade de um profissional da área dermatológica para lhe oferecer algum tipo de loção ou até mesmo medicamento para que se consiga amenizar as coceiras, assim como também a vermelhidão da pele, para que desta forma, o impacto estético não seja tão grande, fazendo com que assim não se afete também a questão psicológica, porém, medicamentos para que os sintomas desapareçam, ainda não foram apresentados.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Nutrição na Psoríase
A psoríase é uma doença multifatorial, que afeta pessoas com predisposição genética, podendo também estar associada a fatores imunológicos e ambientais, como queimaduras graves, traumatismo físico, estresse emocional, infecções ou ainda uso contínuo de alguns fármacos (lítio, β-bloqueadores e alguns anti-inflamatórios não esteroidais). Isso se explica pelo fato de que uma lesão ou agressão ocasionada na pele poderia desencadear uma liberação anormal de proteínas envolvidas no processo inflamatório, conhecidas como citocinas. Estas citocinas, por sua vez, ativariam as células de defesa, os linfócitos T (CD4), o que provocariam liberação de outras citocinas pró-inflamatórias, aumentado as lesões e ainda gerando um estado inflamatório crônico.
A psoríase se caracteriza pelo crescimento acelerado de células localizadas na epiderme, chamadas de queratinócitos, sendo seu ciclo natural de duração de 28 dias encurtado para 4 dias (considerando-se desde a fase de maturação até a divisão celular). Esta hiperproliferação ocasiona acúmulo celular sob a superfície da derme, formando placas esbranquiçadas e lesão cutânea.
Estudos epidemiológicos demonstram que a psoríase acomete 2% a 3% da população mundial. Esta patologia pode se iniciar em qualquer idade, porém estudos indicam que sua maior prevalência ocorre entre 20-30, e entre 50-60 anos.
Tratamento Nutricional
A alimentação pode influenciar a psoríase de duas maneiras – como causa das desordens metabólicas ou como tratamento e prevenção. Deste modo, o cuidado nutricional, juntamente com o controle das variáveis bioquímicas e antropométricas garantem maior estabilidade clínica a esses indivíduos, prevenindo as doenças crônicas não transmissíveis comumente associadas à doença e proporcionando maior longevidade com qualidade.
Não há nenhuma diretriz nacional ou internacional que estabeleça uma alimentação adequada a estes pacientes. Alguns autores sugerem que diversos compostos ativos da nossa alimentação desempenham papéis importantes na fisiopatogenia da psoríase com a mesma magnitude que o controle do aporte energético da dieta e o consumo de gorduras totais e saturadas contribuem para o controle das DCNT. Dentre esses nutrientes, citam-se algumas vitaminas e minerais (vitamina A, E, C e D, ácido fólico), ácidos graxos poliinsaturados (ômega-3), além de dietas com baixa densidade calórica, além da vegetariana.
Dietas de baixa densidade calórica, portanto, são consideradas como importante fator no auxílio na prevenção e manutenção de peso. Consequentemente, a redução do peso corporal diminui os marcadores pró-inflamatórios como as citocinas, melhorando o perfil lipídico, a resistência e a sensibilidade à insulina e o risco de doenças associadas.
Sabe-se que os ácidos graxos poliinsaturados atuam beneficamente em diferentes doenças como hipertensão arterial, diabetes mellitus, doenças inflamatórias e autoimunes. Dessa forma, estimula-se o consume de peixes ricos em ômega-3 (salmão, tainha, sardinha), na tentativa de se atenuar o efeito inflamatório causado pela própria doença. Porém, o efeito da suplementação de ácido graxo poliinsaturado aplicada à psoríase ainda é questionável.
Estudos com pacientes com artrite reumatoide, psoríase e lúpus eritematoso sistêmico demonstraram que esses indivíduos têm uma forte tendência a desenvolver deficiência de vitamina B12, ácido fólico, vitamina B6 e ferro, possivelmente, como consequência de deficiências nutricionais e má absorção ocasionada pelos mecanismos autoimunes da própria doença e da presença de marcadores inflamatórios. Além disso, indivíduos com psoríase poderiam apresentar um desequilíbrio nas concentrações de selênio, magnésio, potássio, betacaroteno e alfatocoferol.
Quadro 1. Sugestão de Terapia Nutricional.
Orientações nutricionais
|
Sugestões/Observações
|
1- Realizar dieta hipocalórica
|
Dieta de 800-1200kcal/dia
|
2- Ajustar a proporção entre os macronutrientes (carboidrato, proteína e lipídios)
|
60-70% de carboidrato
20-35% de lipídios
10-15% de proteína
|
3- Controlar consumo de carboidrato de alto índice glicêmico
|
Controlar consumo de alimentos como açúcar e farinha refinados.
|
4- Dar preferência ao consumo de carboidrato de baixo índice glicêmico
|
Aumentar consumo de alimentos integrais como pão integral, massa integral ou à base de ovo, arroz integral ou parboilizado, milho, aveia e cereais integrais.
|
5- Controlar consumo excessivo de colesterol e gordura saturada
|
Evitar alimentos gordurosos, fritura, carnes gordurosas e embutidos.
|
6- Aumentar consumo de ácidos graxos poliinsaturados
|
Aumentar o consumo de peixes (atum, salmão, sardinha), azeite extra-virgem, óleo de canola e soja. Dependendo do caso, a suplementação de ômega-3 também poderá ser empregada.
|
7- Aumentar ingestão de fibras alimentares
|
Aumentar consumo de frutas, verduras e hortaliças.
|
8- Aumentar ingestão de vitaminas (vitamina A, C, E, do complexo B, flavonoides e ácido fólico)
|
Aumentar consumo de alimentos fonte:
● Vitamina A – Bife de fígado cozido, cenoura, batata-doce assada, espinafre, couve cozida, atum;
● Vitamina C – Acerola, kiwi, goiabada, brócolis, espinafre;
● Vitamina E – Óleo de gérmen de trigo, óleo de girassol, molho de tomate, manga, mamão papaia;
● Vitaminas do complexo B – salmão cozido, frango cozido, banana, castanhas, abacate;
● Flavonoides – Uva, amora, framboesa, frutas cítricas, brócolis;
● Ácido fólico – Bife de fígado, lentilha, feijão-preto cozido, beterraba cozida, brócolis cozido.
|
9- Aumentar a ingestão de minerais (selênio, potássio, magnésio)
|
Aumentar consumo de alimentos fonte:
● Selênio – Peixe, carne bovina, frango, leite e queijos, castanha-do-Brasil, cogumelo;
● Potássio – Feijão preto, lentilha, leite em pó, paio, lagosta crua;
● Magnésio – Abacate, banana, folha de beterraba, aveia, semente de abóbora.
|
10- Evitar consumo de bebidas alcoólicas
|
Substituir cerveja com álcool por cerveja sem álcool. E substituir vinho por suco de uva.
|
As informações contidas neste blog, não devem ser substituídas por atendimento presencial aos profissionais da área de saúde, como médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e etc. e sim, utilizadas única e exclusivamente, para seu conhecimento.
Da pele ao coração
Estudo aponta que a psoríase, doença que causa escamação na pele com placas avermelhadas pode ser um alerta para doenças cardiovasculares. Você sabia que a psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele, que provoca lesões aparentes no corpo e que não é uma doença contagiosa.
Geralmente associada à artrite psoriática e as doenças inflamatórias do intestino, a psoríase aparece também relacionada a casos de infarto e AVC (acidente vascular cerebral). A explicação se dá porque o processo inflamatório facilita o acumulo de colesterol na parede dos vasos, o que acelera o risco de placas e entupimentos.
De acordo com o estudo apresentado durante a reunião da Sociedade Europeia de Cardiologia, realizada em Amsterdam, na Holanda no final do ano passado, pessoas com psoríase são mais propensas a desenvolver insuficiência cardíaca e o risco aumenta à medida que a doença se agrava. O levantamento avaliou a população da Dinamarca que já desenvolveu a psoríase.
Algumas pesquisas preliminares apontam para a relação entre a psoríase e as doenças cardiovasculares afirmando que pacientes com a doença têm risco até duas vezes e meia maior de desenvolver doenças do coração e das artérias que os demais.
Os Cientistas acreditam, ainda, que o isolamento social decorrente da doença ajuda a explicar por que os índices de hipertensão, diabetes, sobrepeso e obesidade são maiores entre os psoriáticos do que entre os demais. A associação é feita pela observada redução da atividade física e dos cuidados com a saúde, o que também pode agravar as doenças do coração.
- See more at: http://blogdogrupocaixaseguros.com.br/tag/psoriase/#sthash.MyKfXWmo.dpuf
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Conheça as causas e consequências da psoríase
Muitas vezes confundida com micoses ou alergias, a psoríase causa lesões avermelhadas e descamativas na pele. É crônica, inflamatória e autoimune, podendo afetar também as articulações. A doença pode ocasionar alguns transtornos, como insônia e depressão. Saiba mais no post de hoje.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia estima que 3% da população tenham psoríase. A causa da doença é genética, porém com muitos fatores ambientais como desencadeadores, por exemplo: estresse, medicamentos – como corticoides orais ou injetáveis – e infecções. O acúmulo de gordura abdominal, chamado de síndrome plurimetabólica, pode agravar o problema.
As doenças dermatológicas, em geral, apresentam uma estreita relação com estados emocionais perturbadores, tanto como fatores desencadeantes, como agravantes de quadros já existentes. A psoríase pode ser considerada causa ou consequência de problemas emocionais, ou seja, os episódios ou surtos podem ser desenvolvidos ou agravados por eventos estressantes e estados de humor deprimido.
O medo da rejeição ou do preconceito é um fator altamente estressante para portadores de psoríase. O paciente tem consciência que a doença não é contagiosa, mas teme a reação das pessoas em relação a si, e isso pode causar indignação e insônia.
A forma ideal de tratar a psoríase é por meio da combinação entre medicina epsicoterapia. O paciente deve seguir e corretamente as orientações e administrar as prescrições do dermatologista, além do acompanhamento psicoterápico cognitivo-comportamental.
Os tratamentos dependem da gravidade da doença e podem ser tópicos ou imunobiológicos, como vacinas, passando por fototerapia, imunossupressores e retinóides.
A psoríase tem controle e com os cuidados adequados, é possível ter uma excelente qualidade de vida. Continue acompanhando outras dicas de saúde no Facebook!
Na mais importante para um otimo controle é manter sua pele super bem hidratada
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Esportes aquáticos podem diminuir sintomas da psoríase
Engana-se quem acredita que a psoríase é agravada durante o verão. O sol na medida certa, exercícios ao ar livre e alimentação menos calórica podem contribuir positivamente no cuidado da doença. Além disso, atividades ao ar livre, no mar ou piscina, podem ser recomendadas por especialistas.
Segundo a dermatologista Cacilda da Silva Souza, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), as práticas aquáticas favorecem o bem-estar do paciente com psoríase e é possível usufruir do verão com os cuidados necessários levando-se em consideração a gravidade da doença.
— A estação permite frequentar praias e piscinas, e as atividades físicas aquáticas podem auxiliar na manutenção do peso e na redução do estresse e dos outros fatores de risco trazidos pela psoríase. Além disso, o sol traz benefício direto, uma vez que reduz a inflamação da pele — explica Cacilda. O estilo de vida saudável é um dos fatores para que o paciente possa conviver bem com a enfermidade.
— Outro benefício das práticas aquáticas é o de exercer função terapêutica, de relaxamento. Em geral há uma relação dos quadros menos graves com a prática de exercícios — acrescenta a médica.
É sabido que a doença piora com alguns fatores como o estresse e a atividade física na água pode ajudar a relaxar. A especialista afirma que normalmente não há restrição na realização desses exercícios, principalmente nos quadros mais leves. Um dos cuidados importantes é sempre manter a pele hidratada CLIQUE AQUI.
Piscinas com cloro podem provocar um ressecamento maior que as salinizadas ou com ozônio.
Já os quadros moderado e grave da doença inspiram mais cuidados. Para estas pessoas, a piscina pode facilitar a entrada de bactérias e ainda provocar mais ressecamento.
— Se a pessoa já possui fissuras na pele pode estar mais suscetível a infecções e, se a doença não estiver sob controle, pode haver piora nos sintomas, como aumento de coceira — afirma Cacilda. O dermatologista pode avaliar e orientar o paciente sobre como aproveitar de forma segura os benefícios que o verão pode proporcionar.
Mas é importante lembrar que a estação também pode ser um período difícil ao portador da doença, que precisa lidar com o preconceito maior no verão.
— Expor a pele pode ser constrangedor. Em alguns casos o paciente evita as atividades sociais e, muitas vezes, acaba se isolando. Manter as tarefas de rotina e praticar exercícios físicos são fundamentais para ajudar a relaxar, cultivando a saúde e o bem-estar — diz a especialista. Ela alerta para a conscientização da população de que se trata de uma doença não contagiosa, que apesar de não ter cura, pode ser controlada.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
10 ALIMENTOS SUPER HIDRATANTES
O verão é caracterizado por altas temperaturas durante toda a estação e chuvas intensas. Esse ano, entretanto, o verão foi acompanhado por uma seca não habitual que afetou a saúde de muita gente. Nessas épocas é preciso tomar muito cuidado e prestar atenção na alimentação para mantar o nível de hidratação do corpo sempre adequado. Veja nossa lista de alimentos que ajudam a hidratar o corpo e garantir mais saúde.
1. Pepino. Esse vegetal, comum no verão, tem alto conteúdo de água que pode chegar a quase 97% do seu peso. Combine o pepino em saladas, iogurte, com menta ou com cubos de gelo para fazer uma refrescante sopa de pepino. E o melhor: o pepino é rico em fibras e tem poucas calorias.
2. Alface. Rico em fibras e com baixo teor calórico, a alface tem mais de 95% do seu peso composto por água. Inclua nas refeições principais e em sanduíches.
3. Morango. Rico em vitamina C, flavonoides e fibras, o morango é uma fruta ideal para comer durante as estações secas do ano. Ele é composto por cerca de 90% de água e tem pouca caloria. Você pode usá-lo em sobremesas ou comê-lo puro, com menta ou mel. Uma dica: deixe os morangos na geladeira para se tornarem mais refrescantes.
4. Melancia. Famosa por seu conteúdo de água (92%), a melancia é também excelente fonte de vitamina C, licopeno e fibras. Faça suco de melancia sem adicionar água. Você pode também combinar com outras ervas como gengibre, capim santo e menta.
5. Berinjela. A consistência esponjosa da berinjela é resultado do seu alto conteúdo de fibras que ajudam a reter grande quantidade de água. Use-a em saladas, refogada ou cozida. Evite, entretanto, preparações fritas, pois a berinjela acumula muita gordura
6. Iogurte. Esse derivado do leite contém de 82 a 88% do seu peso em água é excelente fonte de cálcio, proteínas e vitaminas B12 e B2. Prefira as versões com 0% de gordura e sem açúcar.
7. Mamão. Rico em fibras, betacaroteno e vitamina A, o mamão tem cerca de 88% de água. Uma xícara da fruta contém apenas 55 calorias. Use em saladas de frutas ou coma puro no café da manhã.
8. Rabanete. Esses pequenos vegetais contém cerca de 96% de água e é fonte de fibras, minerais e vitaminas. Use em saladas ou refogados. Uma dica: evite usar molhos à base de queijo ou maionese nas saladas.
9. Pimentão. Os pimentões (amarelo, verde e vermelho) são fonte de vitamina C, vitamina B6, B1, betacaroteno, ácido fólico e fibras. Além disso, possui cerca de 92% de água e deixa os alimentos com um sabor delicioso. Use em refogados, saladas e assados.
10. Pera. Esta fruta é uma das mais ricas em fibras e uma unidade pode contém 24% das necessidades diárias de fibras. Além disso, a pera é rica em água e tem um sabor refrescante, que ajuda a enfrentar o calor.
Não se esqueça de beber muita água nas épocas secas do ano, idealmente de 2-3 L por dia.
Você gostou dessas dicas ou tem mais alguma para sugerir? Deixe seu comentário logo abaixo nesta página. Sua opinião é muito importante!
1. Pepino. Esse vegetal, comum no verão, tem alto conteúdo de água que pode chegar a quase 97% do seu peso. Combine o pepino em saladas, iogurte, com menta ou com cubos de gelo para fazer uma refrescante sopa de pepino. E o melhor: o pepino é rico em fibras e tem poucas calorias.
2. Alface. Rico em fibras e com baixo teor calórico, a alface tem mais de 95% do seu peso composto por água. Inclua nas refeições principais e em sanduíches.
3. Morango. Rico em vitamina C, flavonoides e fibras, o morango é uma fruta ideal para comer durante as estações secas do ano. Ele é composto por cerca de 90% de água e tem pouca caloria. Você pode usá-lo em sobremesas ou comê-lo puro, com menta ou mel. Uma dica: deixe os morangos na geladeira para se tornarem mais refrescantes.
4. Melancia. Famosa por seu conteúdo de água (92%), a melancia é também excelente fonte de vitamina C, licopeno e fibras. Faça suco de melancia sem adicionar água. Você pode também combinar com outras ervas como gengibre, capim santo e menta.
5. Berinjela. A consistência esponjosa da berinjela é resultado do seu alto conteúdo de fibras que ajudam a reter grande quantidade de água. Use-a em saladas, refogada ou cozida. Evite, entretanto, preparações fritas, pois a berinjela acumula muita gordura
6. Iogurte. Esse derivado do leite contém de 82 a 88% do seu peso em água é excelente fonte de cálcio, proteínas e vitaminas B12 e B2. Prefira as versões com 0% de gordura e sem açúcar.
7. Mamão. Rico em fibras, betacaroteno e vitamina A, o mamão tem cerca de 88% de água. Uma xícara da fruta contém apenas 55 calorias. Use em saladas de frutas ou coma puro no café da manhã.
8. Rabanete. Esses pequenos vegetais contém cerca de 96% de água e é fonte de fibras, minerais e vitaminas. Use em saladas ou refogados. Uma dica: evite usar molhos à base de queijo ou maionese nas saladas.
9. Pimentão. Os pimentões (amarelo, verde e vermelho) são fonte de vitamina C, vitamina B6, B1, betacaroteno, ácido fólico e fibras. Além disso, possui cerca de 92% de água e deixa os alimentos com um sabor delicioso. Use em refogados, saladas e assados.
10. Pera. Esta fruta é uma das mais ricas em fibras e uma unidade pode contém 24% das necessidades diárias de fibras. Além disso, a pera é rica em água e tem um sabor refrescante, que ajuda a enfrentar o calor.
Não se esqueça de beber muita água nas épocas secas do ano, idealmente de 2-3 L por dia.
Você gostou dessas dicas ou tem mais alguma para sugerir? Deixe seu comentário logo abaixo nesta página. Sua opinião é muito importante!
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
PSORÍASE
É dermatose inflamatória crônica comum, apresentando-se tipicamente como placas bem demarcadas, róseas ou cor de salmão, cobertas por escamas branco-prateadas, geralmente não pruriginosas. Afeta 1% da população e todas as idades; pode estar associada a artrite, miopatia, enteropatia, alterações ungueais, doença articular espondilítica, ou sida.
( À esquerda, lesão mais recente, com eritema e pequenas pústulas; à direita, lesão em estágio crônico, com eritema e escamas branco-prateadas. Elsevier. Kumar et al: Robbins Basic Pathology 8e - http://www.studentconsult.com/)
PATOGÊNESE
Acredita-se que linfócitos T CD4+ interagem com células apresentadoras de antígenos na pele, enviando sinais para ativação de linfócitos T CD8+ na epiderme. IL-12, IFN-γ e TNF são as principais citocinas TH1 envolvidas. Linfócitos infiltrados também produzem fatores de crescimento, promovendo proliferação de queratinócitos, angiogênese e inflamação.
MACROSCOPIA
Geralmente afeta cotovelos, joelhos, couro cabeludo, região lombossacral, sulco interglúteo e glande do pênis. Além da forma típica já descrita, podem ter configuração anular, linear, girata ou serpiginosa. Pode haver eritema corporal total com descamação (eritrodermia) ou formação de pústulas em placas.
MICROSCOPIA
Há espessamento epidérmico (acantose), com alongamento descendente e regular das cristas epidérmicas, figuras mitóticas acima da camada basal, estrato granuloso escasso ou ausente, paraceratose extensa, adelgaçamento da epiderme sobre o topo das papilas dérmicas, as quais contem vasos sanguíneos tortuosos e dilatados (sinal de Auspitz: pequeno sangramento quano escama é destacada da placa). Pústulas espongiformes (neutrófilos agregados na epiderme superficial) e microabscessos de Munro (neutrófilos no extrato córneo) podem ser encontrados.
Há espessamento epidérmico (acantose), com alongamento descendente e regular das cristas epidérmicas, figuras mitóticas acima da camada basal, estrato granuloso escasso ou ausente, paraceratose extensa, adelgaçamento da epiderme sobre o topo das papilas dérmicas, as quais contem vasos sanguíneos tortuosos e dilatados (sinal de Auspitz: pequeno sangramento quano escama é destacada da placa). Pústulas espongiformes (neutrófilos agregados na epiderme superficial) e microabscessos de Munro (neutrófilos no extrato córneo) podem ser encontrados.
(Hiperplasia da epiderme, escamas com paraceratose, neutrófilos na camada superficial. Elsevier. Kumar et al: Robbins Basic Pathology 8e - http://www.studentconsult.com/)
GENÉTICA
Associa-se a Psoríase ao alelo HLA-Cw*0602 (presente em dois terços dos pacientes). Todavia somente 10% dos portadores do alelo desenvolvem a doença, indicando a interação de outros genes com o alelo.
PROGNÓSTICO
Hoje, a psoríase não pode ser curada, mas pode entrar em remissão prolongada. Geralmente, não ameaça a vida do portador, mas artrite psoriática, risco de infecção de pele, desequilíbrio hidroeletrolítico, ansiedade, estresse, baixa auto-estima, depressão e isolamento social são condições que podem estar associadas e levar a certa morbidade.
REFERÊNCIA
1. Kumar V, Abbas AK, Fausto N. Robbins e 2.Cotran patologia – bases patológicas das doenças. 7 ed. Elsevier, 2005.
2. http://www.studentconsult.com
3. http://pathologyoutlines.com/topic/skinnontumorpsoriasis.html
4. http://www.mayoclinic.com/health/psoriasis/DS00193/DSECTION=complications
Rafael Machado Mendes
Acadêmico de Medicina da UFC
Membro da Liga de Patologia da UFC
Acadêmico de Medicina da UFC
Membro da Liga de Patologia da UFC
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Pesquisa revela que 70% dos pacientes com psoríase têm doença associada
Entre os problemas mais frequentes estão obesidade, hipertensão e depressão
O primeiro estudo brasileiro para mapear a psoríase no País, feito com 877 pacientes tratados em 26 centros de referência, revela que 70% apresentam outras doenças associadas, sendo 75% obesidade e sobrepeso, 32% hipertensão e 26% depressão. Os dados preliminares foram divulgados nesta quinta-feira (24) durante o Simpósio de Psoríase da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia).
Para o dermatologista Ricardo Romiti, um dos coordenadores do estudo, estes dados mostram que a doença tem um comprometimento importante na qualidade de vida.
— Por vergonha ou constrangimento, o paciente acaba comendo mais, tem dificuldade de relacionamento e até de obter ou manter o trabalho. Por isso, é importante manter o tratamento adequado para ter qualidade de vida.
STRESS É UM DOS PRINCIPAIS DESENCADEADORES DA PSORÍASE
O estudo também mostrou que 35,5% dos pacientes estão aposentados ou desempregados. Além disso, metade dos entrevistados apresenta a forma leve da doença e os outros 50% a forma moderada e grave.
— Os locais do corpo mais acometidos pelas placas avermelhadas e com descamação na pele, sintomas típicos da doença, foram couro cabeludo, pernas, coxas e braços. Além disso, as mãos que costumam ser um cartão-postal do corpo também podem ficar comprometidas, causando certo constrangimento.
A psoríase é uma doença crônica que atinge até 3% da população mundial, sendo mais comum nos adultos. Apesar de não causar dor, mas um pouco de coceira, o dermatologista Marcelo Arnone, da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), alerta que a doença também costuma atingir as unhas e articulações.
— Em torno de 50% dos pacientes têm o comprometimento das unhas, que podem se apresentar mais espessas, com furos e até descolar. Com a evolução da doença, pode também prejudicar as articulações, deformando mãos e pés.
A boa notícia é que a psoríase tem tratamento, que vai desde pomadas e cremes até medicamento oral. No entanto, reforça Arnone, é fundamental ter acompanhamento médico para a vida toda.
— O conhecimento sobre a doença motiva o paciente a procurar e manter o tratamento.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Sociedade de Dermatologia vai realizar campanha sobre psoríase em João Pessoa
A próxima terça-feira (29) é o Dia Mundial da Psoríase.
Cerca de 3% da população mundial sofre de psoríase, uma doença imune, inflamatória crônica e não contagiosa da pele. A maioria das pessoas com psoríase tem a pele vermelha e grossa com placas escamosas branco-prateadas. Apesar de a doença não ser transmitida pelo contato físico, muitos portadores sofrem preconceito por causa da falta de informação.
Para contribuir com a mudança dessa realidade, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realizará ações nos próximos dias, em várias capitais do país, para fazer esclarecimentos da população sobe a psoríase. A próxima terça-feira (29) é o Dia Mundial da Psoríase.
Em João Pessoa, a programação será realizada esta semana pela SBD-PB. Nesta sexta-feira (25), será ministrada uma palestra para pacientes, às 9 horas, no Hospital Napoleão Laureano. Sábado (26), das 6h às 9h, será oferecido um café da manhã no Busto de Tamandaré, na orla da Capital, para pacientes com psoríase atendidos no ambulatório do Serviço Dermatologia do Hospital Universitário. Das 8h às 10, nesse mesmo dia, haverá panfletagem no Parque Solon de Lucena.
Características e tratamento
Características e tratamento
A dermatologista Larissa Barbosa de Carvalho, médica cooperada da Unimed João Pessoa, informou que a psoríase se manifesta por lesões róseas ou avermelhadas recobertas por escamas esbranquiçadas. Na maioria dos casos, essas lesões aparecem em várias partes do corpo, como cotovelos, joelhos, couro cabeludo, unhas, palma das mãos e plantas dos pés, por toda a pele e chega a comprometer as articulações.
De acordo com ela, a psoríase é bastante frequente entre homens e mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 40 anos, podendo também ser diagnosticada em outras fases da vida. “Até hoje, não se sabem os motivos causadores da doença, mas pesquisas científicas demonstram que, em 30% dos casos, o fator genético está envolvido, além de fatores imunológicos, ambientais e psicológicos”, disse.
A médica reforça que a doença não é contagiosa. “Independentemente do tipo, a psoríase não pode ser adquirida pelo contato, mesmo íntimo, com qualquer portador”, esclarece Larissa Barbosa. A doença não tem a cura completa, mas, com o tratamento adequado, pode ser reduzida e mantida sob controle.
Para saber mais sobre psoríase, acesse o site www.diamundialdapsoriase.com.br.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
10 ALIMENTOS CONTRA A DEPRESSÃO
10 ALIMENTOS CONTRA A DEPRESSÃO
PUBLICIDADE
A depressão é uma doença psiquiátrica que tem vários sintomas, sendo os mais comuns abatimento ou tristeza constantes, perda de apetite, falta de energia e vontade de realizar atividades, perda de peso, problemas para dormir, etc. O tratamento normalmente é feito com antidepressivos e terapia psicológica, mas também há alimentos que ajudam na melhora e manutenção do humor. Conheça alguns alimentos aliados no tratamento da depressão.
1. Peixes. Pesquisadores finlandeses apontam que o consumo de peixes gordurosos 3 ou mais vezes por semana reduz o risco de desenvolvimento de depressão. Peixes como atum, salmão, cavalinha e sardinha são ricos em ômega-3, essencial para a função do cérebro e na produção serotonina.
2. Arroz integral. Além de rico em fibras, a versão integral é fonte de vitaminas B1, B2 e ácido fólico. Esses nutrientes diminuem os níveis de homocisteína, uma das substâncias elevadas durante a depressão.
3. Castanha-do-pará. Essa e outras sementes oleaginosas como nozes e castanhas são ricas emselênio, um antioxidante que colabora para melhora dos sintomas da depressão e redução do estresse.
4. Leite. Esse e outros derivados como queijos e iogurtes são ricos em cálcio e proteínas, que reduzem a irritabilidade, ajudam a controlar o estresse e o nervosismo.
5. Espinafre. Alimento rico em folato, betacaroteno, vitaminas A e C, cálcio, potássio e ferro que ajudam no bom funcionamento do cérebro. Além disso, o magnésio presente nas folhas atua no metabolismo cerebral, modulando o humor.
6. Pimenta. A pimenta é rica em capsaicina, que estimula as terminações nervosas e liberam endorfinas, hormônios que dão sensação de prazer e euforia. Algumas pimentas para esse uso são a malagueta, dedo-de-moça, vermelha e de cheiro.
7. Abacate. Essa fruta é rica em vitamina B3, que tem ação no sistema nervoso central na manutenção dos hormônios cerebrais. Juntamente com o folato, a vitamina B3 atua também nos neurotransmissores. Mas cuidado: ingira com moderação, pois a fruta é calórica. A recomendação é de uma porção pequena 3 vezes por semana.
8. Banana. Essa fruta bem popular tem altos níveis de triptofano, que auxilia a liberação de serotonina, hormônio relacionado ao humor. Além disso, a banana tem vitamina B6 que age no metabolismo de substâncias importantes para o humor.
9. Melancia. Essa fruta é rica em triptofano, aminoácido essencial na produção de serotonina. A serotonina por sua vez é conhecida como “neurotransmissor do bom humor” e ajuda a prevenir a depressão.
10. Mel. O mel estimula a produção de serotonina, causando sensação de prazer e bem-estar. Além disso, o mel evita que os níveis de glicose no sangue diminuam, mantendo o metabolismo do cérebro sempre ativo.
11. Café. O café é rico em cafeína, substância estimulante do sistema nervoso central. Estudos recentes indicam que a cafeína ajuda a prevenir a depressão. Mulheres que beberam duas xícaras de café por dia tiveram menos incidência de depressão eu aquelas que não beberam.
Além disso, há algumas dicas alimentares que ajudam a combater a depressão. Estudos indicam que é importante reduzir a quantidade de açúcar, álcool, chocolate e cafeína ingeridos para a boa saúde do cérebro.
Você gostou dessas dicas ou tem mais alguma para sugerir? Deixe seu comentário logo abaixo nesta página. Sua opinião é muito importante!
Por Matheus Malta de Sá (farmacêutico)
domingo, 13 de outubro de 2013
Artrite psoriática e diabetes
Em uma analise estatística, a artrite psoriática foi associada a diabetes nas mulheres mas não nos homens
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Psoríase Doença de pele incurável
A psoríase é uma doença crónica e recorrente que se reconhece pelas suas formações escamosas prateadas e pelas placas de diversos tamanhos.
A psoríase é uma doença incurável da pele, não contagiosa, que atinge 1 a 3% da população mundial. Surge com placas vermelhas e descamativas em qualquer área da superfície cutânea e atinge igualmente homens e mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 40 anos, embora possa surgir em qualquer fase da vida.
A psoríase é uma doença incurável da pele, não contagiosa, que atinge 1 a 3% da população mundial. Surge com placas vermelhas e descamativas em qualquer área da superfície cutânea e atinge igualmente homens e mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 40 anos, embora possa surgir em qualquer fase da vida.sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Psoríase: boa alimentação e estilo de vida saudável atenuam sintomas
Para além do cuidadoso controlo farmacológico, é muito importante a identificação de comportamentos e estilos de vida pouco saudáveis e a respetiva correção, visando obter ganhos significativos de saúde em geral e uma melhoria dos sinais e sintomas de psoríase.
A psoríase é uma doença crónica imunomediada, de manifestações predominantemente cutâneas e com uma base genética. Apresenta uma prevalência de 2 a 5% da população e causa um impacto na qualidade de vida similar ou superior a outras doenças que a sociedade reconhece como mais graves, como por exemplo a diabetes ou a doença coronária.
A doença, embora tenha na sua origem um terreno genético favorável, é desencadeada ou agravada por diversos fatores ambientais, merecendo por isso também a designação de doença multifatorial (poligénica + ambiente). São fatores agravantes conhecidos de todos os doentes com psoríase e seus familiares o stress psicológico, as infeções e os traumatismos locais, tal como é reconhecido também, há muito, o papel favorável da exposição a ultravioletas, como os que emanam da radiação solar.
Como em qualquer outra patologia, a abordagem deve ser feita ao indivíduo e não apenas à doença, procurando antes de mais um bom alinhamento entre médico e paciente em relação às expectativas e objetivos terapêuticos, tornando-o parte ativa na solução. A identificação de comportamentos e estilos de vida pouco saudáveis e a contratualização da sua correção com o doente permite obter ganhos significativos de saúde em geral e uma melhoria dos sinais e sintomas de psoríase.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Psoríase: doença pode atingir 75% do corpo humano
Completando 50 anos de funcionamento e assistência à saúde, o Departamento de Medicina da Santa Casa de São Paulo traz este ano a 22ª Jornada de Medicina com o tema "A interação entre as especialidades clínicas" composta por palestras e discussões de casos sobre doenças que chegam a acometer metade da população mundial, com tratamentos realizados na Santa Casa.
O Departamento é parte integrante do Hospital Central, localizado na Santa Cecília, e atua junto às outras áreas no auxílio à saúde do paciente. Assim como o conjunto de especialidades presentes no Hospital Central, a Jornada também será formada por uma variedade de temas conectados para abordar o ser humano por inteiro, ao invés de fragmentá-lo em subdivisões.
Em função da necessidade de especializações para um estudo mais profundo de cada área do corpo humano, a Jornada conseguiu reunir diversos especialistas como o Dr. Paulo Eugenio Brant, que abordará sobre a incidência da bactéria Helicobacter Pylori. Ela está presente no organismo de 50% da população mundial e tem uma reação direta com uma inflamação na camada interna do estômago causadora do Linfoma de Malt.
Outra doença também muito comum e abordada na Jornada será a Psoríase, doença que acomete tanto mulheres quanto homens adultos, com uma menor prevalência em crianças. Ela se desenvolve nas camadas da pele, podendo chegar aos ossos em sua forma mais grave, causando dores e deformações.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a psoríase atinge 3% da população mundial, que apesar de parecer pouco, representa 216 milhões de pessoas com uma patologia crônica, adquirida por uma pré-disposição genética e sem cura, mas visível pelos sintomas aparentes como coceira e vermelhidão. A doença pode se apresentar em diversos tipos, e regiões diferentes do corpo:
- Psoríase Vulgar ou em Placas: é a mais comum, presente em 15% a 20% dos diagnósticos. Causa lesões avermelhadas com camadas esbranquiçadas e ressecadas no couro cabeludo, joelhos e cotovelos;
- Psoríase Invertida: encontrada também no couro cabeludo, joelhos e cotovelos, mas com uma aparência mais úmida;
- Psoríase Gutata: resultado de processos infecciosos, ela aparece próxima aos ombros e quadril, em formato de gotas;
- Psoríase Ungueal: com manchas amareladas e puntiformes, principalmente nas unhas das mãos;
- Psoríase Palmo-plantar: são lesões com rachaduras nas palmas das mãos e nas solas dos pés;
- Psoríase Postulosa: resulta em pus nos pés e nas mãos de forma localizada, ou até mesmo espalhadas pelo corpo;
Dentre todos os tipos, duas se destacam pelas reações mais graves:
- Psoríase Eritrodérmica: enquadra-se em uma das mais graves, com lesões generalizadas em mais de 75% do corpo;
- Psoríase Artropática: responsável pelas deformidades e ainda pode causar dores nas articulações;
Muitos fatores podem ser os responsáveis pelo desencadeamento da doença, como estresse, traumas físicos, infecções, e alguns medicamentos para pressão-alta e anti-inflamatórios. Mas, apesar de toda essa agressividade, o tratamento com remédios e cremes pode ajudar a controlar a patologia.
A Santa Casa de São Paulo é referência e um dos poucos centros hospitalares que oferece gratuitamente o tratamento por fototerapia, que se baseia no recebimento de raios controlados de UVA e UVB dentro de uma cabine. Cada paciente com psoríase necessita de uma quantidade específica de raios ultravioletas e o procedimento feito no Departamento de Dermatologia da Santa Casa consegue controlar o quanto o paciente pode receber sem prejudicar sua pele pelo excesso de "sol".
O ambulatório realizado às quartas-feiras na Santa Casa e coordenado pela Dra. Clarice Kobata, Palestrante e Chefe do Ambulatório de Psoríase, atende cerca de 100 pacientes por mês. "Temos muitos pacientes que melhoraram sua qualidade de vida após o tratamento que inclui também a fototerapia. Mas ele precisa ser contínuo", explica a Dra. Kneese.
Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Fundada há mais de quatro séculos, a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, instituição filantrópica, privada e laical, é um dos mais importantes complexos hospitalares do Brasil. A Irmandade, em todas as unidades, atende mais de 11 mil pessoas por dia em todas as especialidades médicas, possui mais de 2.300 leitos, registra uma média anual de mais de 1 milhão e 500 mil atendimentos ambulatoriais, 1 milhão e 800 mil atendimentos de emergência, 47 mil cirurgias e mais de 5 milhões exames. É referência nos atendimentos de emergência, ortopedia, pediatria e serviços de alta complexidade como neurocirurgias e transplantes. Além de possuir laboratórios próprios e excelentes serviços de Diagnóstico por Imagem.
Evento: 22ª Jornada do Departamento de Medicina da Santa Casa de São Paulo
Data: 21 a 23 de agosto de 2013
Horário: 21 de agosto das 8h às 11h30
22 e 23 de agosto das 8h às 11h
Endereço: Rua Dr. Cesário Mota Junior, 112 - Santa Cecília - São Paulo - SP
Assinar:
Postagens (Atom)










