São Paulo, 05 de junho de 2014– A Organização Mundial da Saúde, OMS, aprovou no final de maio uma resolução histórica para combater o estigma sofrido pelas pessoas com psoríase, uma doença cutânea crônica que afeta mais de 125 milhões de pessoas em todo o mundo. É a primeira vez que uma resolução independente sobre psoríase esteve na agenda da Assembleia Mundial de Saúde.
A resolução reconhece que a psoríase pode apresentar sérias implicações físicas e psicossociais para o paciente. O objetivo da OMS com essa ação é promover a desestigmatização da doença por meio do aumento do conhecimento sobre ela para a população. O documento contém uma série de pontos que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a psoríase em todo o mundo.
“Essa resolução da OMS é um marco para os pacientes com psoríase, um desenvolvimento inovador, que é um sinal claro de que a doença finalmente avançou no foco da saúde internacional”, diz a Dra. Denise Steiner, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Do ponto de vista prático, a resolução encoraja os 194 países signatários da OMS a tomar decisões para combater o estigma que muitas vezes está associado a esta doença crônica séria. Para o especialista Dr. Lincoln Fabrício, os pacientes podem esperar por melhor acesso à informação: “Não somente sobre psoríase, mas, crucialmente, também às doenças relacionadas e questões sócio-psicológicas que podem enfrentar”, comenta.
“Esperamos que esta resolução ajude preencher as lacunas na pesquisa sobre psoríase e pavimentar o caminho para uma melhor qualidade de vida para os pacientes com psoríase. Estamos ansiosos para ver o impacto positivo desta resolução no futuro”, comenta Gladis Lima da Psoríase Brasil, associação nacional dos portadores de psoríase.
Adicionalmente, a resolução estabelece que a OMS entregue um relatório global sobre psoríase em 2015. O relatório incluirá a incidência e predominância da doença e identificará abordagens bem sucedidas para integrar seu tratamento nos serviços existentes.
A psoríase pode ser controlada por meio de tratamento e orientação médica, a partir de um diagnóstico correto. “Estimamos que apenas 5% dos pacientes que tem psoríase estão em tratamento no Brasil. Nosso intuito é aumentar esse número – a doença é carregada de estigmas e essa ação é crucial para que a população esteja corretamente informada”, diz a Dra. Denise Steiner.
Mais sobre a psoríase
A psoríase é uma doença inflamatória, crônica da pele e não contagiosa, que afeta cerca de dois milhões e meio da população brasileira. É caracterizada pelo aparecimento de manchas avermelhadas e descamações na pele, acomete cerca de 1% a 3% das pessoas em todo o mundo e pode aparecer nos joelhos, cotovelos, tronco, couro cabeludo e unhas.
Embora a psoríase tenha uma causa ainda não conhecida, sabe-se que a descamação ocorre porque as células da pele se reproduzem com muita rapidez: a doença faz com que as pessoas renovem a pele em dois ou três dias, quando a média é em 28 dias.
A resolução reconhece que a psoríase pode apresentar sérias implicações físicas e psicossociais para o paciente. O objetivo da OMS com essa ação é promover a desestigmatização da doença por meio do aumento do conhecimento sobre ela para a população. O documento contém uma série de pontos que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a psoríase em todo o mundo.
“Essa resolução da OMS é um marco para os pacientes com psoríase, um desenvolvimento inovador, que é um sinal claro de que a doença finalmente avançou no foco da saúde internacional”, diz a Dra. Denise Steiner, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Do ponto de vista prático, a resolução encoraja os 194 países signatários da OMS a tomar decisões para combater o estigma que muitas vezes está associado a esta doença crônica séria. Para o especialista Dr. Lincoln Fabrício, os pacientes podem esperar por melhor acesso à informação: “Não somente sobre psoríase, mas, crucialmente, também às doenças relacionadas e questões sócio-psicológicas que podem enfrentar”, comenta.
“Esperamos que esta resolução ajude preencher as lacunas na pesquisa sobre psoríase e pavimentar o caminho para uma melhor qualidade de vida para os pacientes com psoríase. Estamos ansiosos para ver o impacto positivo desta resolução no futuro”, comenta Gladis Lima da Psoríase Brasil, associação nacional dos portadores de psoríase.
Adicionalmente, a resolução estabelece que a OMS entregue um relatório global sobre psoríase em 2015. O relatório incluirá a incidência e predominância da doença e identificará abordagens bem sucedidas para integrar seu tratamento nos serviços existentes.
A psoríase pode ser controlada por meio de tratamento e orientação médica, a partir de um diagnóstico correto. “Estimamos que apenas 5% dos pacientes que tem psoríase estão em tratamento no Brasil. Nosso intuito é aumentar esse número – a doença é carregada de estigmas e essa ação é crucial para que a população esteja corretamente informada”, diz a Dra. Denise Steiner.
Mais sobre a psoríase
A psoríase é uma doença inflamatória, crônica da pele e não contagiosa, que afeta cerca de dois milhões e meio da população brasileira. É caracterizada pelo aparecimento de manchas avermelhadas e descamações na pele, acomete cerca de 1% a 3% das pessoas em todo o mundo e pode aparecer nos joelhos, cotovelos, tronco, couro cabeludo e unhas.
Embora a psoríase tenha uma causa ainda não conhecida, sabe-se que a descamação ocorre porque as células da pele se reproduzem com muita rapidez: a doença faz com que as pessoas renovem a pele em dois ou três dias, quando a média é em 28 dias.
Meu marido tem psoríase nas mãos,já usou tds os tipos de pomadas e cremes e não adianta.Não sei mais o que fazer por ele.Me ajudem por favor.Postem algo que possa pelo menos aliviá-lo.Ele está em plena atividade profissional,e está praticamente impossível de trabalhar.
ResponderExcluirtratamento de raios UVA ou UVB! eu fiz eu ajudou muito, sério!!!!!! juntamente com um bom hidratante específico para isso. procure se informar sobre esse tratamento!! Consulte o dermatologista, certeza que trará um excelente resultado! abraços!
ResponderExcluirÉ A PRIMEIRA VEZ QUE VEJO FALAR SOBRE ESSA DOENÇA, EU NEM SABIA QUE EXISTIRIA ESSA DOENÇA.
ResponderExcluirComo não é uma doença que mata é feito pouco estudo sobre a mesma. Uma pena pois muitos sofrem com essa doença horrível, eu tenho é sei bem como é.
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